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25
agosto
2026

22ª Sessão Ordinária: 10/08/2026

ATA DA 22ª SESSÃO ORDINÁRIA, do 2º Período Legislativo, da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Camapuã, Estado de Mato Grosso do Sul, realizada com início, às 19 horas, do dia 10 de agosto de 2.026, no SINSEC[1], sito à Rua Das Paineiras, 232, Parque dos Ipês, Camapuã-MS. Presente os Nobres Edis: Ver. Pedro Dias Pereira (Pedrinho Cabeleireiro), Presidente; Vereador Carlos Coco, Vice-Presidente; Verª Dayane Fernandes Amorim (Dayane Fernandes), 1ª Secretária; Ver. Nilcilei Cavalheiro Pereira (Nilcilei Dog), 2º Secretário; Ver. Ademar Laurindo; Ver. Hélio Policial; Ver. Lellis Ferreira da Silva; Ver. Luiz Gonzaga Alves de Lima Filho (Luiz Gonzaga); Ver. Ronnie Sandro Rezende Gonçalves (Ronnie Sandro). Comprovado o número legal de Vereadores para a abertura dos trabalhos, o Vereador Pedro Dias Pereira (Pedrinho Cabeleireiro), Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Camapuã-MS, invocando a proteção de Deus e, em nome da liberdade e da democracia, declarou aberta a presente Sessão. Em seguida, o Presidente colocou em discussão a Ata da 21ª Sessão Ordinária, do 2º Período Legislativo, da 19ª Legislatura, do dia 10 de agosto de 2.026. Logo após, o presidente colocou em votação a referida Ata a qual foi aprovada por unanimidade pelos Nobres Edis. GRANDE EXPEDIENTE –Verª. Dayane Fernandes – [2]De maneira especial também quero saudar os nobres vereadores e aos pais de maneira geral, que ontem foi dia dos pais e a todos os homens que merecem serem chamados de pais, recebam o meu abraço e a minha admiração, em especial aos pais que eu tenho na minha família. Quero já começar dizendo da minha gratidão ao Deputado Márcio Fernandes, compromisso feito, compromisso pago, o Clube RVC e o Clube do Laço de Camapuã-MS receberam na semana passada um valor de cinquenta mil reais conforme combinado, já passou de setecentos mil reais. Quero falar também para a população de Camapuã-MS, que no site ali através do governo assim como nós também temos um portal da transparência, as pessoas podem acessar e ver qual deputado mandou quanto de emenda para nossa cidade, para o nosso município, a gente está acompanhando. Sempre gosto de reafirmar que ele é o campeão de emendas, mais uma vez enquanto deputado estadual, mandando uma quantia significativa e o Clube do Laço precisava, merece, não só os praticantes do laço comprido, mas também as pessoas que frequentam essa festa que é tradicional aqui no nosso município. Lembrar também que na sexta-feira, a Lei Maria da Penha completou vinte anos de existência e mesmo com tanta luta da própria Maria da Penha, agora o ex-marido que estava em liberdade, foi preso. Então, a gente sabe que essa luta é diária, é constante, homens de bens, mulheres precisam se unir cada vez mais a todo e qualquer tipo de violência contra as mulheres e meninas, e em todos os espaços que estejamos. Nesta noite, senhor presidente, quero trazer aqui três indicações, aproveitando também o Agosto Lilás, agradecer já de prontidão a secretaria do Secretário Jerson que já dispôs organizar o Conselho Municipal do Direito das Mulheres. E, também entro com a indicação para que seja criado um Fundo Municipal do Direito das Mulheres, isso inexiste aqui no nosso município, já citei um movimento, mas eu venho aqui também agradecer o nosso jurídico que me ajudou a elaborar também essa indicação, visto que é um reforço, então, para que caminhemos firmemente nessa direção. E, quero fazer mais uma vez um pedido, que a coordenadoria seja estabelecida ali na cidadania, visto que a cidadania cuida de todos os aspectos muito mais amplos quando se fala de mulheres e meninas. Também hoje, nós trazemos aqui a indicação da manutenção e os devidos reparos dos brinquedos da praça localizada lá no Bairro Alto. Nós pedimos iluminação, pedimos já outras melhorias ali naquela praça, verifiquei que tiraram os brinquedos de algum lugar e aquele precisa de uma manutenção especial. Também por conta da nossa FEMEC nós identificamos que alguns lugares precisam e necessitam muito de lixeiras, especialmente, nós estamos indicando hoje nas praças e em outros espaços públicos do município, que não tem uma lixeira adequada para que as pessoas possam estar jogando o lixo. São essas as minhas palavras para a noite de hoje, senhor presidente. Muito obrigada. Ver. Hélio Policial – Senhor presidente, hoje eu me lembrava de que no dia sete de março de mil novecentos e noventa e quatro, há mais de trinta e dois anos, Vereador Ronnie, eu embarcava em um coletivo de passageiros do Exército Brasileiro, rumo a ingressar nas fileiras do Exército Brasileiro, e lá fui. E, me recordo que quando a gente aguardava aquele embarque, a saída, Dr. Wilson, havia várias mães, vários pais e parentes do lado de fora que aguardava aquela saída. Muitos deles e delas ansiosos, Vereadora Dayane, alguns chorando por conta de que estavam entregando seus filhos ao Exército Brasileiro, a servir a pátria, cumprir todas as regras legais, disciplina enxuta do Exército Brasileiro. E, eu imaginando aquilo, não conhecia, imaginando que lá fosse realmente um local de dificuldade extrema, mas lá chegando por conta de uma condição que, creio que grande parte daquelas pessoas que estão próximas de mim já sabem, a minha infância foi muito difícil trabalhando em lavouras dos outros, colhendo algodão, feijão, carpindo soja, tirando semente de braquiária. E, lá chegando, Dr. Wilson, aquilo que eu imaginava que fosse, como eles tratavam de um ralo, eu me senti em uma colônia de férias, tinha cama, tinha ventilador, tinha banheiro, tinha sala de recriação com televisão, sofá, mesa de tênis, mesa de sinuca, café da manhã, almoço, janta e ceia. E, lá me senti realmente em uma verdadeira colônia de férias, e lá, Dr. Wilson, eu aprendi que na vida a gente tem que ter coragem naquilo que pensamos, naquilo que planejamos, pois assim, Vereador Ronnie, a gente vai conquistar, certamente vai ter a possibilidade de conquistar aquilo que almejamos, essa atmosfera positiva que formamos, a atmosfera que escolhemos para formar em volta de nós, é certamente o resultado daquilo que buscamos, cada um escolhe a sua atmosfera. E, vejo aqui senhores vereadores, que desde primeiro de janeiro de dois mil e vinte e um, noto que cada um de nós, por mais que somos representantes da população, vejo aqui que somando os votos de todos esses vereadores aqui, ultrapassa a votação do prefeito que recebeu os votos majoritários, senhor presidente. E, noto que aqui cada um tem a sua forma de pensar, isso é o que eu sempre venho aqui a esta tribuna e falo, sobre essas questões de você respeitar a forma de que cada um pensa, de nunca imaginar que só há uma forma de se fazer as coisas. Nós podemos pensar, podemos trabalhar, podemos planejar, ideias diferentes que vão ao encontro daquilo que a nossa população precisa. E, eu a cada dia que passa, eu me sinto mais convicto em poder saber que por mais que muitas vezes penso diferente da maioria dos senhores, o objetivo é único, é levar o bem-estar para a nossa população com observância a todo o regramento legal, que aqui em primeiro de janeiro cada um de nós estendeu. Repito sempre aqui, estendeu o braço e fez o juramento de cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Federativa do Brasil, o regimento interno da Câmara e a Lei Orgânica do município e é para isso que vim, senhor presidente, para poder trabalhar em conjunto, porque o legislativo é uma representatividade da população que somados nós devemos a cada dia. Repito mais uma vez, respeitar as leis e cumprir aquelas funções, senhor presidente, que estão, vou repetir aqui porque eu gosto de repetir, está na Carta Magna, quero aqui cumprir tudo aquilo que a Constituição Federal que assim chamo carinhosamente de Carta Magna, a nossa Carta Magna leciona, que é fiscalizar o executivo, legislar e julgar as suas contas que aqui periodicamente são encaminhadas para análise e deliberações desta Casa Legislativa. Vou continuar trabalhando, sempre honrando, não somente as pessoas que em mim votaram, mas cada um do cidadão camapuanense que espera desse parlamento fazer aquilo que a lei fala, que a lei manda, nunca trabalhando, pensando apenas no individual, mas sim no coletivo. E, assim que eu vou continuar, independentemente se tenhamos ou não ideias diametralmente opostas que sempre falo aqui nesta tribuna, Vereador Ronnie, Vereador Lellis e demais vereadores. Então, encerro a minha fala aqui neste grande expediente, utilizando da prerrogativa do líder do prefeito para fazer o uso ao final se assim querer dos três minutos na condição de líder do prefeito. Muito obrigado, senhor presidente. Ver. Carlos Coco – Agradecendo a Deus por mais um início de semana. Parabenizar, primeiramente, a festa que tivemos de dia dos pais, que aconteceu ontem lá na Pontinha do Cocho. Quero agradecer muito pela festa que tivemos lá, que fizemos lá juntamente com a coordenação da igreja, todo mundo faz todo ano. Então, os pais estão de parabéns, tivemos a música com o Girsel da Viola que foi lá e cantou muito bem. Então, a gente fica muito grato com o que a gente faz no dia a dia. Senhor presidente, eu trouxe aqui uma Moção de Aplausos ao Sr. Rafael Gonçalves Rezende, pela conquista do quarto lugar no Segundo Rodeio no Rancho Baitê, realizada no município de Pedro Gomes-MS. Ele chegou lá e sempre fala com a gente quando ele vai, avisa a gente e está sempre nos comunicando e foi lá e ganhou o quarto lugar. Então, eu faço esta Moção parabenizando a ele pela conquista no quarto lugar. Trouxe também aqui uma indicação ao Sr. Prefeito Manoel Nery e ao Sr. Jean Carlos – Secretário Municipal de Infraestrutura, solicito a manutenção na recuperação de uma ponte na Fazenda Córrego do Barreiro, na zona rural no município, fazenda do proprietário Sr. Bruno de Oliveira Silva. Lá no Sr. Bruninho conhecido como Bruno Vitalino, eles utilizam a ponte até mesmo para passar os gados em cima para uma cruzada uma invernada para outra dentro da propriedade dele e também, para ele chegar na propriedade ele usa a ponte. Então, eu fiz esta indicação, faz horas que eles já vêm pedindo para a gente, mandaram vídeo para mim da ponte. Então, eu faço este pedido na indicação e depois eu vou estar falando com o nosso secretário de obras. Fiz também a indicação, hoje, já dando o nome do Título de Mérito Cultural ao Senhor Emílio Estevão Alberto. Então, eu já trouxe aqui o nome já dos meus agraciados. E, também trouxe o Título de Mérito Esportivo, ao senhor José Roberto Campache. Também já trouxe o nome dos dois aqui para que eles possam já estar se organizando para poder a gente entregar o Título do Mérito cultural e Esportivo. São essas minhas palavras, senhor presidente, agora no grande expediente. Depois, se tiver, a gente lembrar de mais alguma coisa, a gente vem aqui, retorna aqui e fala mais um pouquinho. Meu muito obrigado. Ver. Luiz Gonzaga – Hoje eu fiz questão de trazer aqui, puxei aqui no site, para ver se existe alguma coisa no meu nome, que a semana passada parece que teve um vereador aqui que fez uma analogia dizendo que interrupção, ele está acostumado a mexer com bandido. Então, e quem tinha feito a interrupção fui eu e o Vereador Nilcilei Dog. Então, se eu falo isso, eu sou caçado. Essa analogia, não é, jurídica, eu sou caçado. Mas, como aqui é só dois, o restante não vai fazer isso. Então, está aqui. Queria pedir para esse vereador que puxe o nome de todos os vereadores, se não existe nenhuma investigação no Tribunal de Contas porque se fez uma analogia dizendo que é acostumado a mexer com bandido e que essa interrupção não ia fazer nada com ele, acho que nós tínhamos que puxar de todos os vereadores, igual eu puxei aqui. Não consta. O meu está aqui. Não consta nada. Então, deveria puxar e trazer aqui. Vai que, de repente, tem algum vereador que está sendo investigado no Tribunal de Contas, tem que estar aqui também, não tem que falar? Será que tem? Não tem, não é? Nenhum, não é? Nenhum. Não foi condenado nenhuma vez, nada, não é? Eu espero que não porque, senão, aí vai ficar feio, que o vereador vim aqui e falar de quem nada consta, e não falar de quem está sendo investigado aí, se acontecer um negócio desse, vai ficar bem crítico, não é? Para quem fala essas coisas aqui. Mas eu não fiquei brabo, não. Eu até gostei. Estava com o coração muito peludo, estava. Eu adoro essas coisas, porque acaba me dando mais motivo para vir aqui e debater em Camapuã-MS porque vir aqui falar isso é como eu olhar e falar assim, o que foi feito? O que trouxe? O que fez? É simples. É só fazer uma analogia desta também. Conseguiram tentar alterar. O que mais me deixa indignado é que passaram essa alteração no ano de dois mil e vinte e quatro. Fazendo uma alteração para que pudesse ter as duas eleições, como fizeram aqui com a nobre vereadora. Mas esqueceram de mudar o regimento. Olha só. Eles aprovaram e depois não mudaram o regimento. Que coisa mal feita, não é? Mas é disso que tem que falar aqui. Opa. Opa. Isso é verídico, presidente. Pode perguntar para mim aqui que é verídico. É verídico. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Só para completar a fala de vossa excelência, sobre a determinação da mesa, se for que vossa excelência está se referindo, foi modificado o regimento. Só não está naquele caderno que você tem, devido que tinha que mexer de novo, gastar de novo. Mas está registrado na Casa. Se vossa excelência for procurar, vai estar no site da Câmara. Ver. Luiz Gonzaga – Presidente, isso não é minha função. Se você não tem a competência de mandar o jurídico mandar para mim regularizado, eu não tenho que procurar nada. Eu não ganho para isso. Eu quero deixar bem claro para você. Se o jurídico me entregou no primeiro dia um Regimento Interno mal feito e que não está atualizado, isso não é problema meu porque a Câmara, deixa eu falar um negócio para você. A Câmara devolveu no primeiro ano mais de um milhão para a prefeitura. Se não tem dinheiro para mudar o Regimento Interno, tem o quê? E, aí vocês me entregaram um Regimento que não está alterado? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Só para vossa excelência ter a ciência, mais uma vez, que o Regimento foi alterado após as mudanças, assim como a Lei Orgânica do nosso município, após trinta anos sem nada ser mexido. E, agora está voltando, como teve uma definitiva do Supremo a derrubar as câmaras onde foi antecipado. Que quando a gente fez lá no passado, não existia essa questão do Supremo. E, agora a gente está atendendo as normalidades do Supremo. Por isso que eu votei favorável. Senão eu continuava mantendo o meu posicionamento daquilo que foi pregado lá há dois anos atrás. Ver. Luiz Gonzaga – Vereador, não, eu não estou falando sobre isso. Não estou discutindo sobre isso. Estou discutindo com você que você falou que foi alterado no regimento. E, o nosso Regimento que eu tenho. O que eu cogitei aqui, que vossa excelência falou para mim que foi alterado, que eu tenho que ir atrás. Não, não tem que ir atrás de nada. Me entregaram um Regimento Interno impresso e eu li aquele. Agora, se vocês entregaram um Regimento errado, aí é pior ainda do que eu imagino. Nós já estamos indo para o segundo ano de mandato e que não está alterado naquele Regimento. Naquele impresso está alterado? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Meu Deus do céu. Você está confundindo as coisas, vossa excelência tem que estudar aí, vereador. Ver. Luiz Gonzaga – Estudar? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Me desculpa falar. Olha aqui, dia dois de abril de dois mil e vinte e quatro. Ver. Luiz Gonzaga – Certo. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Vossa excelência tem em mãos. Ver. Luiz Gonzaga – Mas vocês alteraram no final do ano de dois mil e vinte e quatro. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – E, foi alterado depois, vereador. Ver. Luiz Gonzaga – Eu sei, mas isso que eu estou tentando te falar agora. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – O que acontece? É gasto, entendeu? Se pegar para refazer tudo de novo isso aqui, é gasto. Nós temos lá. Eu acredito que vossa excelência não se atentou sobre a questão, mas está lá que nós não íamos fazer nada conforme seja regimental. Ver. Luiz Gonzaga – E, eu estou dizendo para você que me entregaram isso para eu estudar. Eu estudei em cima deste. Agora, se existe outro alterado, ninguém me disse. Entendeu? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Inclusive teve mudanças agora, que no caso teria que entrar aqui dentro deste Regimento. Só uma questão dos horários. Ver. Luiz Gonzaga – Então, tem que mudar. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Então, tem que mexer tudo de novo. Então, o que acontece? Gera gasto. Então, a gente tomou agora uma economia para que, você sabe muito bem que tem a questão da reforma da Câmara, que está acontecendo. E, vai dinheiro, e vai dinheiro, e vai dinheiro. Não que isso aqui não é prioridade. É prioridade também. Mas esperamos aí que vai sobrar recurso. E, no futuro a gente vai poder arrumar, para que vossa excelência, né, não venha aqui questionar essa presidência. Porque isso já vinha lá do passado, já tudo torto. A gente melhorou. E, depois nós acabamos mexendo novamente, assim como mexemos novamente agora, a pedido do vereador Ronnie. Ver. Luiz Gonzaga – Presidente, não, não vamos ficar discutindo. O que eu estou dizendo para você é que me entregaram este Regimento. Agora, se existe outro atualizado, não tem. Está tudo bem, para mim está tudo certo. Eu estou só falando para você que lá não tem. Mas está bom. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Está atualizado, só que não está impresso. Ver. Luiz Gonzaga – Ok, é isso que eu estou tentando te falar. Para mim foi esse daí, e não estava. Então, se não mudou para mim, não mudou. Então, está aqui, não foi impresso. Ia gastar muito dinheiro, entendeu? Mas nós devolvemos no primeiro ano quase um milhão para a prefeitura. Mas não imprimiu um novo. Então, fica aqui mais uma vez minha indignação, porque, se tivesse sido eu, tivesse feito uma analogia aqui a respeito de se tivesse, é igual agora. Eu poderia muito bem ter falado, presidente, você interrompeu a minha fala. Como você é presidente, eu vou deixar. Eu estou acostumado. Imagina se eu falo isso? Se eu falo um negócio, eu sei que você é presidente, que você pode interromper. Eu estou dizendo. Você interrompe minha fala aqui, eu falo, não, eu estou acostumado. Você já imaginou? O tanto de o Ronnie sabe, vai lá, o tanto de gente que vai lá pedir comissão para mim na minha fala para comprar. Isso é corrupção. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Só que eu estou acrescentando o tempo de vossa excelência para que vossa excelência não seja lesado. Ver. Luiz Gonzaga – Não, e eu estou dizendo para você que você tem o direito de interromper. Então, eu não vou fazer essa analogia aqui, mas trouxe aqui para todos saberem que não tem nada no meu nome. Gostaria que todos os vereadores trouxessem aqui, se não tem nenhuma investigação também no Tribunal de Contas. Um abraço a todos. Ver. Nilcilei Dog – senhor presidente, eu quero dar uma resumida aqui nessa discussão que eu vi aqui do vereador com o nobre presidente. Primeiro ponto é que o vereador quis dizer aqui, que eu entendi, que um regimento que nos entregaram, que a eleição não poderia ser feita no mesmo período. Havia uma resolução que foi aprovada no final do ano de dois mil e vinte e quatro, e essa resolução não nos foi apresentada. Não tínhamos conhecimento dessa resolução. Isso é um fato. Então, senhor presidente, eu quero direcionar um pedido aqui, até porque, se a gente for falar regimentalmente aqui e nós fomos falar também sobre quebra de decoro aqui, eu acho que só para poucos aqui. Vamos ser bem sinceros, só para poucos, né? Vou pegar falas desde legislação passada e essas agora aqui, só para pouco, não é? Então, como foi falado em código de ética aqui, quebra de decoro. Senhor presidente, eu quero solicitar a esta Mesa o parecer jurídico. Eu quero que o senhor oficialize para mim. Vamos acabar com isso aqui de uma vez por todas. Eu quero solicitar aqui o parecer jurídico da resolução que foi aprovada em dois mil e vinte e quatro, autorizando a esta Casa aqui realizar a eleição, as duas eleições no mesmo período. Eu quero o parecer jurídico aqui, se houve aqui, que declarou nulidade do artigo do nosso regimento que previa que não poderíamos fazer essas duas eleições ao mesmo tempo. Quero também agora esse parecer jurídico aí desse requerimento que foi aprovado. E, dizer que, já que é pode regimentalmente, foi tudo errado isso aqui. Falo sem medo de errar. Não teve processo administrativo para a gente anular. Então, nós vamos anular agora uma eleição da mesa, mas continua fazendo efeito a resolução, é isso? Está valendo a resolução. Amanhã nós podemos fazer novamente eleição, é isso? Porque a resolução diz o seguinte, que pode ser feita, não é isso? Podia ser feita no mesmo período da eleição dos dois biênios, não foi isso a resolução que me apresentaram? Estou errado? Está, então, nós anulamos agora a eleição, mas permanece a resolução? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Não. Ver. Nilcilei Dog – Então, qual foi o procedimento para anular essa resolução? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Só para responder ao vereador, até eu errei, nós somos falhos. A resolução foi feita para aquele ato, naquele momento. Então, para que os próximos anos, volte no dia quinze de dezembro. [3]Só retratando o que o vereador ali, que eu falei para vossa excelência que é uma questão regimental. Mas nós mexemos na resolução naquele momento, então, me fugiu da memória, e nosso jurídico aqui me lembrou. Ver. Nilcilei Dog – Então, está matada a charada porque não havia nos apresentado a resolução, ela autorizava só aquele ato. Então, essa resolução aprovada em novembro de dois mil e vinte e quatro não é válida mais? Não tem efeito? Não tem mais efeito? A resolução que foi aprovada em novembro não tem mais efeito? Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Não tem mais efeito. Ver. Nilcilei Dog – Então, está tudo certo. Mas não tem nem um parecer jurídico anulando ela? É só o requerimento mesmo? Processo administrativo não tem? É só o requerimento mesmo. Está tudo certo. Não, eu não entendo de direto, mas é algumas perguntas. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Hoje tem uma resolução que vai ser votada, que vai anular ela. Ver. Nilcilei Dog – É tipo assim: primeiro nós sentenciamos, não é? Primeiro nós sentenciamos, depois nós vamos atrás das provas e das demais conclusões. É impressionante. E, eu também, hoje, junto com o Vereador Luiz Gonzaga, eu queria deixar aqui, senhor presidente, bem claro, que eu só vim aqui para tirar estas dúvidas mesmo. Eu nem iria falar destas dúvidas, mas deixar bem claro aqui. Também trouxe o meu nada consta aqui. Peguei aqui e fiquei de pegar outros também, de outras da EPROC, principalmente. Eu nunca fui condenado, eu nunca fui preso, eu nunca fui acusado de estupro, de violência doméstica, de nem um roubo, latrocínio, nada. Pegar nada de ninguém. Não respondo o Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça, Ministério Público. Então, o meu nada consta também está aqui. Essa insinuação que deixaram no ar, que eu sou um bandido, mas eu gostei da parte de “um bandido não perigoso”. Então, está aqui. Não vou responder à altura, não é esse o meu dever, não é esse o meu papel. Então, eu venho aqui e quero deixar bem claro para todos os vereadores, eu nunca vim aqui nesta tribuna para atacar vereador, muito pelo contrário, das vezes que eu vim aqui, distorceram o que eu falei. Uma vez eu vim aqui e falei que estavam, que eu não era atendido, vieram aqui e disseram que eu falei que o prefeito estava me perseguido. Está registrado. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Acrescenta mais um minuto, já que usei muito tempo da fala do vereador. Ver. Nilcilei Dog – Senhor presidente, usou mas foi válido, tivemos uma conclusão, pelo menos a minha dúvida aqui. Então, já sei que a resolução já não é mais válida, está tudo certo. Então, eu acho que foi desnecessário aquele comentário, aquele discurso. É igual o vereador falou, já imaginou a hora que o senhor entrou com a palavra para explicar para o vereador, se ele fala que é acostumado a mexer com bandido? Imagina o escândalo que não iria ser? O que esses sites de notícias não iriam falar? Mas nós tivemos que ouvir isso. Já imaginou se parte de nós uma palavra desta. Mas está tudo certo, presidente. Então, era só para deixar isso daqui, ficou um clima muito chato, nunca falei de vereador aqui, muito ao contrário, eu venho aqui para cobrar a administração. Quando eu vim aqui, falei um dia que eu ia cobrar da administração, que eu ia apresentar aqui um dossiê de contrato que eu estou estudando aqui, falaram que eu falei que o presidente, que a Mesa, que tudo mundo aqui, e não foi isso que eu tinha falado. Então, eu vou permanecer até o fim, para mim não vai mudar nada esses ataques, essas acusações, isso não muda nada na minha vida. E, para concluir, senhor presidente, só para dizer para as mães da Vila Industrial que agora está naquela peleja com a creche, eu acho que nós tínhamos algo mais interessante a se fazer, realmente, do que ficar aqui atacando um ao outro. Tipo, irmos na creche amanhã todos nós vereadores ou irmos até a secretária de educação, e pedimos a ela explicação de porque um contrato pago de quatrocentos e trinta e cinco mil reais, contava a pintura da creche e na sequencia após o enceramento desse contrato, surgia um outro  contrato para uma nova pintura da creche. Eu acho que esse é o nosso dever, eu já ouvi muito vereador falar isso daqui, então, está aqui os contratos, se alguém quiser uma cópia, está aqui. Esse é o nosso principal dever, é irmos lá agora e procurar saber. Como pode, se pagou por uma pintura, agora eu vou lá, era trezentos e oitenta e oito metros. Então, que nos apresente a pintura, se a pintura do antigo prédio não estava no primeiro contrato, mas o portal da transparência é omisso em algumas informações. Então, a gente tem que vir aqui perguntar, algumas dúvidas vão ficar no ar, realmente. Então, se os vereadores quiserem o contrato, está aqui o contrato, cento e trinta e quatro de dois mil e vinte quatro, ou seja, que foi com a primeira empresa que reformou a creche na Vila Industrial e agora a segunda empresa com o contrato cento e quarenta e oito de dois mil e vinte seis. Eu acho que nós tínhamos que se debruçar em cima deste contrato até porque, senhor presidente, nobre jurídico, o segundo contrato agora é tão diferente do primeiro. O primeiro contrato previa o seguinte, lá nos BDI, era para reforma de um prédio, se enquadra na planilha orçamentária que é uma reforma, não é? Agora o segundo contrato é relacionado a rodovias e ferrovias, que é para a pintura de uma unidade escolar, está o jurídico assustadíssimo do que eu estou vendo aqui, mais está no contrato. Então, acho que nós temos que estudar isso, procurar saber isso, levar essa informação. Obrigado pela conclusão e a resposta dos senhores jurídicos. Muito obrigado. Ver. Ronnie Sandro – Senhor presidente, hoje, eu venho aqui nesta tribuna fazer algumas cobranças, uma solicitação ao senhor prefeito e ao Secretário de Infraestrutura Jean Carlos. A primeira delas é uma indicação que eu fiz pedindo ao senhor prefeito e ao Secretário Jean Carlos para que faça uma reforma nas calçadas da Rua Jesuítas, em frente do hospital, no nosso hospital aqui de Camapuã-MS. É do conhecimento dos nobres vereadores que em frente do hospital, no antigo hospital do Dr. Newton, eles estão reformando lá para ser o asilo, pelo menos por um período. E, as calçadas não tem condições lá em frente, está toda quebrada, toda danificada e vai causar muitos transtornos se não fizer essas caçadas para as pessoas que vão estar no asilo, para os familiares das pessoas, para as pessoas que trafega na rua. Então, este pedido eu peço ao senhor secretário, ao prefeito, que olhe com carinho e faça as caçadas. Uma cobrança também que eu tive dos moradores da Vila Izolina, Rua Travessa Costa Rica, pedindo um encascalhamento e patrulhamento na Rua Travessa Costa Rica na Vila Izolina. Também tem uma cobrança aqui ao Senhor Secretário Jean Carlos, pedindo uma ponte de tubulação no córrego Boa Vistinha do Sr. Vanderli, próximo ao Megasena. Nós já estivemos lá, o secretário já esteve lá, eu já estive lá com ele e a situação da ponte que está lá no momento, é bastante caótica, já está quase quebrando, é perigoso até acontecer um acidente qualquer dia, os moradores pode passar nessa ponte, de repente ela não aguentar e cair. Então, nós pedimos uma atenção especial do secretário, do prefeito para que faça uma ponte, uma ponte com tubo lá resolve o problema, não fica caro, a prefeitura, inclusive, já tem os tubos, tipo assim. Eu estava atentamente aqui ouvindo, meu líder, o seu pronunciamento, onde a vossa excelência falou da postura dos vereadores aqui nesta Casa, e isso é muito bacana, que chamasse democracia. Aqui cada vereador tem uma postura diferente e todos foram eleitos pelo povo, pela nossa sociedade e todos representam nossa sociedade com carinho, com dedicação, cada um tem sua maneira diferente. Mas o importante é que cada um trabalha, corre atrás, ouve a população e corre atrás do prefeito, secretariado, para fazer melhoria para a população e para o nosso município. Então, quero aproveitar esta oportunidade e parabenizar cada um de vocês, cada um dos vereadores por este trabalho brilhante que vocês fazem e por esta democracia, que é cada um da sua maneira, por mais simples e humilde que for, mas pensando no bem da população. Muito obrigado. Ver. Hélio Policial – Muito obrigado, senhor presidente. Fiz algumas anotações para fazer as ponderações devidas. Segundo os ensinamentos cristãos, Dr. Wilson, diz que Salomão teve um sonho com Deus e Deus teria dito “peça o que quiser que eu te darei”, e Salomão pediu sabedoria. A língua portuguesa certamente no estudo da compreensão e interpretação de texto é um dos mais difícil que tem, inclusive cobrados em concurso público de grande relevância do Brasil a fora e eu que sou licenciado em letras sei disso. E, certamente os nobres colegas fizeram interpretação equivocada quando eu disse que lido a mais de três décadas com bandido, isso é um fato. Em nenhum momento eu vim aqui e disse que o vereador é bandido, eu disse que eu lido a mais de três décadas com bandidos e quaisquer um dos vereadores que eventualmente interromperem a minha fala, essa interrupção não sofrera nenhum impacto a minha fala, seguirei falando normalmente. Então, foi isso que eu disse, se eventualmente os nobres vereadores se sentiram ofendidos de eu falar sobre a minha profissão, deixo aqui as minhas escusas a cada um dos senhores. Quero dizer que fico bastante confuso aqui a respeito da resolução, vejam bem senhores, em primeiro de janeiro de dois mil e vinte e cinco, quando tomamos posse e aqui foi apresentada a eleição para as duas mesas diretoras do primeiro biênio e segundo biênio, era possível acontecer aquilo, tanto é que eu votei favorável. Ocorre que durante o decurso do tempo, o STF decidiu que não pode ser feito eleição antecipada e que poderia no máximo iniciar a partir de outubro do ano anterior ao segundo biênio. As eleições da mesa diretora para o segundo biênio, só podem ocorrer a partir de outubro agora. Considerando, senhor presidente, que a gente viu a barba das pessoas ardendo nas Câmaras vizinhas, a justiça mandando, anulando inclusive, por decisão judicial, pedido do ministério público. Há já regramento constitucional, inclusive, suma do STF que fala que a administração pública pode rever os seus atos e por essa razão eu apresentei um requerimento e, o meu requerimento ele não está acima de tudo e de todos. Ele é um requerimento comum, mas foi aprovado pela maioria desta Casa legislativa, e uma vez aprovada, vossa excelência e a Vereadora Dayane apresentaram o projeto de resolução, que vai ao encontro daquilo pós-eleição. Então, veja só, em dois mil e vinte um podia, agora não pode mais. Então, nós estamos revendo. Senhor presidente, tudo bem, eu sei que são três minutos. Obrigado, senhor presidente.  [4]ORDEM DO DIA – 1ª Secretária – Verª Dayane Fernandes – ORDEM DO DIA PARA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 10 DE AGOSTO DE 2026 – 1º – Projeto de Resolução Nº 005/2026, de 30 de julho de 2026, de autoria da Mesa Diretora, que: “Declara a nulidade absoluta da eleição antecipada da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028, realizada em 01 de janeiro de 2025, e dá outras providências”, juntamente com o Parecer das Comissões; 2º – Três Indicações de autoria do Ver. Carlos Coco, endereçadas a diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 3º – Cinco Indicações de autoria do Ver. Nilcilei Dog, endereçadas a diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 4º – Três Indicações de autoria da Ver.ª Dayane Fernandes, endereçada a diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 5º – Uma Indicação de autoria do Ver. Ronnie Sandro, endereçada a diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 6º – Uma Moção de Aplausos de autoria do Ver. Carlos Coco, endereçadas ao Sr. Rafael Gonçalves Rezende. Em seguida, o presidente colocou em discussão a Ordem do Dia e, não havendo, a mesma foi à votação e obteve aprovação unânime dos senhores vereadores. 1ª Secretária – Verª Dayane Fernandes – PARECER CONJUNTO DA COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL – CLJRF E DA COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO – CFO. I – DO OBJETO – Projeto de Resolução nº 005, de 30 de julho de 2026, de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Camapuã. II – DA EMENTA – Declara a nulidade absoluta da eleição antecipada da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028, realizada em 01 de janeiro de 2025, e dá outras providências. III – DOS RELATORES – Vereadores Luiz Gonzaga e Carlos Coco. IV – DO RELATÓRIO – O Projeto é de autoria e competência exclusiva da Mesa Diretora da Câmara Municipal, conforme o disposto no artigo 22, inciso I e III da Lei Orgânica do Munícipio de Camapuã MS, estando o mesmo formalmente correto. O artigo 22, inciso I e III, da Lei Orgânica Municipal assevera o seguinte: Art. 22 – É da Competência exclusiva da Câmara Municipal: I – eleger e destituir a Mesa Diretora e constituir comissões, na forma regimental; (…) III – dispor sobre sua organização, funcionamento, policia, criação, transformação ou extinção de cargos, empregos e funções de seus serviços, fixação e alteração da respectiva remuneração, observando os parâmetros estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Portando, presentes os requisitos para a sua admissibilidade. É o relatório. V – DO VOTO DOS RELATORES – Diante do exposto, os Relatores da CLJRF e da CFO, são favoráveis a tramitação do Projeto de Resolução nº 005, de 30 de julho de 2026, sem nenhuma emenda ou ressalva. Ver. Luiz Gonzaga, Relator da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final; Ver. Carlos Coco, Relator da Comissão de Finanças e Orçamento. VI – DA CONCLUSÃO DAS COMISSÕES – Os Vereadores Membros destas comissões são favoráveis à tramitação do Projeto em análise. Ver. Carlos Coco, Membro da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final; Ver. Lellis Ferreira da Silva, Membro da Comissão de Finanças e Orçamentos. VII – DA APROVAÇÃO – As Comissões, por unanimidade, aprovam a tramitação do Projeto de Resolução nº 005, de 30 de julho de 2026, em 10 de agosto de 2026. Ver. Hélio Policial, Presidente da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final; Ver. Luiz Gonzaga, Presidente da Comissão de Finanças e Orçamento. Em seguida, o presidente colocou em discussão o referido Parecer e, não havendo, o mesmo foi à votação e obteve aprovação unânime dos senhores vereadores. 1ª Secretária – Verª Dayane Fernandes – Projeto de Resolução nº 005, de 30 de julho de 2026, de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Camapuã, que: Declara a nulidade absoluta da eleição antecipada da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028, realizada em 01 de janeiro de 2025, e dá outras providências. Em seguida, o presidente colocou em discussão o referido Projeto de Resolução. EM DISCUSSÃO – Ver. Hélio Policial – Muito obrigado, senhor presidente. Sou favorável ao projeto de resolução, vou fazer uma explanação, que ali eu tive pouco tempo, três minutos na liderança do prefeito. E, novamente dizer, senhor presidente, que o Supremo Tribunal Federal que é a constituição viva, decidiram recentemente, ou seja, depois que foi feita a eleição em primeiro de janeiro de dois mil e vinte cincos. Depois daquela eleição, o Supremo Tribunal Federal, repito, decidiu que é nula a eleição antecipada, da forma que foi feita, ou seja, vinte e quatro meses antes do início do mandato. Ou seja, a vontade democrática em vinte e um de janeiro de dois mil e vinte cinco, não é a vontade democrática de outubro de dois mil e vinte e seis. Portanto, acertadamente, este plenário soberano que é votou, aprovando o requerimento apresentado por este parlamentar, e a mesa diretora, de forma acertada, parabenizo vossa excelência, a Vereadora Dayane, apresentaram o projeto de resolução anulando aquilo que, a meu ver, senhor presidente, não digo que lá, na ocasião que foi votado, foi irregular que, a meu ver, fazendo as análises criteriosas e jurídicas, durante esse tempo, essa contemporaneidade acabou por se perder por uma decisão do Supremo Tribunal Federal, por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade, tornando inconstitucional a eleição de mesa diretora adiantada antes de outubro do ano anterior à posse da mesa diretora. Então, resumindo, acertadamente, esta Casa Legislativa, nos termos da lei, que inclusive, repito, Dr. Wilson, existe uma súmula, cujo número não me recordo, mas uma súmula do STF, que diz que a administração pública pode rever todos os seus atos, fazendo as correções devidas.  Então, nesta noite, palmas para a democracia. É assim que funciona. A gente sabe que, da forma que foi feito lá, senhor presidente, havia uma expectativa, era uma expectativa de direito que havia para aquela mesa diretora eleita. E, se caso, senhor presidente, aquela composição queira se reunir e colocar para apreciação deste plenário, por que não se repita a votação e aprovação da mesma composição que outrora foi apresentada aqui em janeiro de dois mil e vinte um? Então, podem ter certeza de antemão, já deixo aqui bem claro, que este parlamentar, muito embora seja o proponente, o autor do requerimento que foi aprovado aqui nesta Casa pedindo anulação, em nada tem contra a Vereadora Dayane. Pelo contrário, guardo grande estima, minha colega de partido, de bancada, uma companheira que a gente tem grande estima pelo seu trabalho que faz à frente, representando as mulheres aqui de Camapuã, e pode ter certeza que a gente vai estar trabalhando para dar esse suporte para caso ela queira colocar o seu nome à disposição. Muito embora eu não seja, já adianto, senhor presidente, como vossa excelência fez lá atrás, disse que não seria candidato lá naquele primeiro biênio, não é, do passado, eu também não sou candidato a presidente. E, pode ter certeza que eu vou apoiar a chapa que for colocada para dirigir os trabalhos da Câmara de Vereadores, porque sei que todos aqui têm a sua capacidade e têm o seu legado em buscar fazer o melhor por Camapuã. Quaisquer dos senhores que colocarem os nomes à disposição e forem aprovados farão um excelente trabalho. Muito obrigado, senhor presidente e senhores vereadores. Verª Dayane Fernandes – Senhor presidente, eu me abstenho da votação. Eu percebo muitas confusões jurídicas e assumo que não entendo. Preciso estudar muito mais, tenho buscado a isso. E, ainda que eu tenha votado contra naquele dia, eu sigo acreditando que podia ser dessa forma, mas, enfim. Enquanto mesa diretora, a gente precisava fazer as coisas conforme a lei, ainda que eu não entenda, assim, tanto de lei.  Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro. Só para deixar claro aos senhores vereadores, que, daquele momento, daquele ato, quando a gente mexeu na resolução, enquanto eu presidente desta Casa, não havia nenhum impedimento em nenhum lugar. E, isso veio ocorrer devido ao tempo. Inclusive, foi uma proposta vinda do próprio Flávio Dino. Então, aonde colocou para que derrubasse as Câmaras de todo o nosso Brasil. Então, vários colegas meus já estão fazendo este procedimento para que as Câmaras sejam, aonde não teve a denúncia porque me falaram que depois que passar a eleição, vai derrubar geral. E, aqui a gente está fazendo conforme o Vereador Hélio falou. A gente tem um entendimento da questão do próprio tribunal e um entendimento desta Casa, reconhecendo este fato. Como bem diz a vereadora, eu também até comungo com vossa excelência, sobre a questão da fala, que é difícil você votar uma situação e depois você votar contra tal situação. Mas é aquilo que a gente jurou ali na tribuna. Então, fazer o que a Constituição Federal nos manda. E, foi isso que eu falei. Não votei contra vereador, não votei contra ninguém. Meu mandato está se encerrando, eu não sou candidato, então, não tenho nenhum interesse. Se for votar em alguém, tem que ser candidato. Como bem diz aqui, todos os vereadores aqui são capazes, têm condições de ser presidente. Por quê? Se o povo colocou aqui, porque o povo confia. Então, bem sábias palavras do Vereador Hélio Policial, comungo com a fala de vossa excelência sobre a questão de um próximo presidente ou presidenta. Ver. Nilcilei Dog – Senhor presidente, sou contra. E, o meu motivo é muito simples, já deixei bem explicado aqui naquela sessão. É óbvio, eu tenho que concordar, sou bem humilde em concordar com algumas coisas que foram ditas aqui. A vontade popular, para o ano que vem, é outra. Isso é um fato. Há cada dois anos, a gente vê que a vontade popular, ela vai mudando um mudando, ok. Mas, pelo fato daquele período, nós não tínhamos, nós não chegamos até acesso essa nova resolução. Nós votamos acreditando que isso era o correto. E, corretamente foi feito o correto, seguindo a nova resolução. Só que eu vejo, e eu procurei saber que o procedimento não foi feito de maneira adequada para a esta mesa. Fato é que isso é falado aqui constantemente, sobre vários processos administrativos que antecedem uma sentença, que antecedem uma anulação. Isso eu estudei, isso eu procurei saber em um seminário. Então, eu ganho diária para fazer seminário para eu estudar isso, foi o que me passaram. Então, estou votando em cima daquilo que eu vou estudar. Simples. O meu voto a vereadora sabe que já tem, que eu prometi para ela naquele dia, prometi na frente do esposo dela, dos pais dela, que não vou mudar, independente, de quem compor a mesa com ela. E, essa foi minha palavra. Palavra de homem não faz curva. E, outra situação é que, se for para mim votar e tomar uma decisão porque eu acho, porque alguém falou, porque eu estou vendo, nós vamos ter que afastar o nosso prefeito e o nosso secretário, porque todo dia o GAECO vem aqui cidades vizinhas por denúncias semelhantes. Então, eu acho que esse achismo juridicamente não existe. Ou é ou não é. Então, é simplesmente por isso. Quero agradecer novamente, não saindo aqui do foco do objeto, o jurídico que tirou minha conclusão, que, a partir de agora, eu posso falar que não é mais válida, não tem mais efeito essa resolução, e está tudo certo. Muito obrigado, senhor presidente, é só por isso. Ver. Luiz Gonzaga – Sou contra.Meu voto é contra, concordando plenamente com o que a vereadora falou aqui, nós ficamos a ver navios, não é? Eu não sou formado em direito, então, nós ficamos sem saber. Ainda tive que escutar o presidente mandar eu estudar.  Depois ele pediu desculpa porque ele viu que ele estava errado. Acho que tem que ter preparo para falar as coisas. Primeira coisa, tem que ter preparo. Se não está lá. Então, realmente ficou feio. Como é que você vai votar? Aí eu tenho que escutar um negócio desse. Mas um pedido para nós estudarmos, depois pede desculpa porque realmente eu estava certo. Então, meu voto é contra, até porque isso está virando uma confusão aqui, e não foi explicado para a gente lá atrás, como a vereadora falou aqui, que estava errado. Declarei aqui no dia que só eu e o vereador, aliás, a vereadora também votou contra, já falei que vou votar para ela, não vou mudar meu voto, já deixei bem claro naquele dia, se ela for candidata a presidente, meu voto é para ela. Um abraço. Em seguida, o presidente colocou em votação o referido Projeto de Resolução o qual foi aprovado por cinco (5) votos favoráveis, dois (2) votos contrários e uma (1) abstenção. EXPLICAÇÕES PESSOAIS – Ver. Carlos Coco – [5]Senhor presidente, retornando aqui a esta tribuna. Dizer que hoje eu desci lá na estrada dos Bentos, não cheguei até na serra, mas estive lá na Fazenda Morada do Sol do proprietário Francinei, onde mora o Arlindo, nosso amigo Fosquinho e a Cida, inclusive, eu almocei com eles. Depois também fiz uma visita na Fazenda Santo Antônio do Olho D’água do proprietário Sr. Fernando, lá encontrei o Mario e mais alguns colegas, três pessoas não identifiquei o nome deles, mas só para a gente dar um recadinho para o pessoal da estrada dos Bentos, que a gente está em busca de alguma coisa para o trabalho na estrada. Quero dizer que estive também na Elza Simões ali por perto do Fosquinho, também passei na propriedade dela e falando com ela para poder ver se organiza alguma coisa, quero ajudar ali a população da região ali. Então, estive lá, senhor presidente, hoje só para deixar registrado aqui que a gente esteve lá na região, e o pessoal estão acompanhando nós todas as segundas-feiras. Quero dizer para vocês que o pessoal nos acompanha na sessão toda a segunda-feira. Então, a gente vai nas fazendas, nas propriedades da área rural, você vai e encontra, depois você vem aqui e fala, eles estão lá assistindo. Quero mandar um abraço para o Fosquinha, a Cida, o almoço deles lá foi muito bom, gostei do almoço, muito legal, há muitos anos que eu tinha passado na casa deles e agora novamente passei lá. Quero dizer também que o nosso Secretário de Saúde, o André, me ligou na sexta-feira, ele tinha me prometido que a ambulância chegaria para nós na Pontinha do Cocho até o dia trinta e um, quando chegou bem próximo, faltou uma peça que não conseguiram entregar ela, mas está próxima, ela chega lá. Quero deixar um recadinho para a população da Pontinha do Cocho que, estou sempre falando com o secretário, e ele me disse que está próximo de chegar a ambulância de volta lá e vai ficar a ambulância e a caminhonete lá para atender a população da Pontinha do Cocho. Quero dizer também da nossa iluminaria da Pontinha do Cocho que estão bem-acabadas, acho que estragou o carro do eletricista que atendia as ruas, a gente está esperando por eles lá. São essas as minhas palavras de hoje nesta segunda-feira, vamos trabalhar, vamos seguir em frente, até na próxima segunda-feira. Meu muito obrigado. Ver. Hélio Policial – Senhor presidente, quero usar todos os tempos possíveis, e quero dizer a cada um dos senhores como faço semanalmente, vou estar despachando com o nosso prefeito, levando as proposições apresentadas aqui nesta noite para que ele faça os atendimentos devidos. Senhor presidente, questão de justiça, até o colega Vereador Luiz Gonzaga falou, eu comungo com a ideia dele, ele foi pego de surpresa ali em relação às questões da alteração do regimento interno, isso é normal, Luiz, tranquilamente, vereador. Quero fazer uma indicação aqui, sei que não é o momento, mas fazer para vossa excelência, seja contatado a empresa que cuida do nosso site aqui para que coloque o regimento interno atualizado. E, também atualize, senhor presidente, que vossa excelência, inclusive, está com rezentos e vinte e nove votos e faça a atualização  porque nós que estávamos na legislatura anterior, está lá com a fotografia e a quantidade de votos da legislatura passada. Faça essas atualizações, coloque o regimento interno atualizado, inclusive, com a nova resolução também lá ou a Lei Orgânica do município também, para que os colegas vereadores tenham esse acesso. Isso é um pedido, senhor presidente, que eu faço, que inclusive facilita para os nobres colegas terem acesso às leis desta Casa, que é de suma importância. Entendo que realmente o vereador não teve acesso ao conteúdo integral com as suas alterações, e isso o levou a erro, fazendo interpretações equivocadas, senhor presidente. Agradeço vossa excelência, agradeço a cada um dos vereadores, agradeço o presente, nossos servidores, a nossa população e desejo a todos uma excelente semana. Quero finalizar, senhor presidente, a minha fala direcionada aos dois nobres Vereadores Nilcilei Dog e Luiz Gonzaga, se eventualmente chegou de forma interpretada erroneamente quando eu disse que eu trato, cuido de bandido, que é um fato real, deixo aqui em público as minhas excusas a cada um dos nobres colegas. Não foi essa a mensagem que quis transmitir. Muito obrigado. Ver. Nilcilei Dog – Senhor presidente, eu volto aqui nas minhas considerações finais. Primeiro dizer ao Vereador Hélio que está tudo certo, é isso mesmo. Eu vi o nobre Vereador Ronnie que falou do imóvel que a assistência social alugou, para colocar os nossos idosos. E, por incrível que pareça, vereador, eu estou desde semana passada com esse contrato, falei se eu tivesse oportunidade de falar. Acredite se quiser, o município fez a locação por vinte e quatro meses daquele local, daquele imóvel, trezentos e sessenta mil, quinze mil reais mensais. Mais uma estimativa de cento e trinta e cinco mil para pintura e algumas outras reformas, trocar uma porta, um forro. Mas acredite se quiser, está aqui, passou impresso. A prefeitura já pagou sessenta mil de aluguel em quinze mil mensal. Pergunta para mim se tem algum idoso lá dentro. Não tem. Isso é justo? Isso é certo? Pagou sessenta mil reais, vai pagar agora. Mais uma parcela de quinze mil reais [6]e vai para setenta e cinco mil reais, se seguir a ordem do cronograma de pagamento. Ou seja, eu aluguei o imóvel de alguém e eu ainda vou fazer uma manutenção e vou ficar pagando aluguel e, vou ficar fazendo a manutenção ao mesmo tempo. Isso é justo? Isso é legal, não é? Eu falo, olha tanta coisa para a gente se preocupar e ficar se matando entre nós aqui. Está tudo certo. Nós ficamos nos matando, e o que está acontecendo aqui, porque o Vereador Ronnie falou, eu lembrei que eu estava com esse contrato, achei ele, está aqui para todos verem. Muito obrigado, nobre presidente. Ver. Ronnie Sandro – Senhor presidente, eu ouvi aqui atentamente o Vereador Carlos Coco falando da região dos Bentos, do trabalho. Eu não estive lá ainda, vereador, agora nesses dias, mas já teve uns três proprietários que ligaram para mim e disseram que o serviço está ficando muito bom. Parabenizou o patrolheiro, disseram que é excelente, de boa qualidade, e isso é bom porque, às vezes, tem muita crítica de pessoas que falam que o patrolheiro não é bom e o serviço ficou mal feito. Mas tem uma cobrança, que eles estão cobrando, para que o secretário e o prefeito olhe com carinho e não só patrole, mas coloque um cascalho nos pontos críticos. Essa é a cobrança deles, para colocar um cascalho nos pontos críticos, porque se não quando chover, vai ficar difícil. Obrigado. Ver. Luiz Gonzaga – Presidente, retorno aqui para fazer minhas considerações finais. Eu queria até concluir isso que o Vereador Ronnie Sandro falou. Às vezes, que a gente visitou as estradas e reclamou, vereador, a gente nunca falou do funcionário, a gente sempre cobra que as estradas devem ser levantadas e cascalhadas, que essa é a função da nossa secretaria de obras. Queria também complementar o que o Vereador Nilcilei Dog falou. Nós fomos hoje lá na clínica e realmente vai ficar um lugar muito bom para os idosos. Nós entramos lá dentro, tem bastante espaço, acho que deveria ser usado até para outras coisas porque é bem grande. O que a gente ficou bem indignado, porque de repente, daqui um pouco vão falar que a gente está criticando, que não quer que leve os idosos para lá porque, assim, se a gente vem aqui e fala, o que a gente ficou indignado é que já está indo para o quinto mês de quinze mil reais. Quinze mil reais pagos, dia dez agora, ontem, hoje, não é? Hoje é dia dez, eu acho. Vai pagar mais quinze. Então, são setenta e cinco mil reais, ele falou errado. Setenta e cinco mil reais que já pagou pelo imóvel e não tem nenhum idoso lá dentro e, pelo que eu sei, que eu já aluguei imóvel e alugo no estado de São Paulo-SP, eu nunca vi isso. Eu pagar e ficar cinco meses sem nada lá dentro e ainda ter que arrumar. E, pelo que eu sei, sempre você tem que pintar depois que sai. E, não vai acabar agora essa semana, pelo que a gente viu lá. Então, realmente, o que a indignação nossa é com o dinheiro mal aplicado. Aí depois fala que não tem dinheiro e que precisa cortar gratificação de profissionais tão importantes como a gente tem no município. Um abraço.  Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Quero aqui ratificar, meus vereadores, sobre a questão da data da entrega de Título, que estava marcado que seria no dia vinte e um, mas, na realidade, é dia vinte e oito. Então, ratificando para os vereadores aqui porque não sei se o senhor sabe, mas às vezes deixa aqui, anotado. Então, foi uma falha da nossa secretaria, mas que hoje a gente estamos ratificando e corrigindo. Dizer ao vereador que a intenção não era chateá-lo. Às vezes a gente fala as coisas no calor, e hoje eu vou brincar com o vereador. Hoje quem está com o coração peludo é o Vereador Luiz Gonzaga. Mas, brincadeiras à parte, eu quero aqui, mais uma vez, agradecer a presença de todos. Por fim, o presidente procedeu os agradecimentos finais e declarou encerrada a sessão às 20h21min. Eu,Moisés Mancebo Manhães Junior eJullyene Pereira de Souza, lavramos a presente ATA[7] que, depois de lida e aprovada, será assinada pelos Membros da Mesa Diretora e pelos Nobres Edis.

_________________________________                 ___________________________________

VER. PEDRINHO CABELEIREIRO                  VER. CARLOS COCO

Presidente                                                                Vice-Presidente                 

PSDB                                                                        PSDB

_____________________________­­­­­____                 ___________________________________

VERª DAYANE FERNANDES                             VER. NILCILEI DOG

1ª Secretária                                                              2º Secretário

PP                                                                              PSD

_________________________________                 ____________________________________

VER. ADEMAR LAURINDO                              VER. HÉLIO POLICIAL

PP                                                                              PP

_________________________________                 ____________________________________

VER. LELLIS FERREIRA DA SILVA                VER. LUIZ GONZAGA

PODEMOS                                                             MDB

_____________________________

VER. RONNIE SANDRO

PODEMOS


[1] Local provisório de realização das sessões em razão da reforma dos prédios da Câmara Municipal de Camapuã-MS.

[2] Início da digitação por: Nathyele Fraga de Camargo (IEL).

[3] Início da digitação, por: Fernanda Maier Vieira.

[4] Início da digitação, por: Jullyene Pereira de Souza (IEL).

[5] Início da digitação por: Nathyele Fraga de Camargo (IEL).

[6] Início da digitação, por: Fernanda Maier Vieira.

[7] Tempo Total – 01:12:38

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