8ª Sessão Ordinária: 06/04/2026
ATA DA 8ª SESSÃO ORDINÁRIA, do 2º Período Legislativo, da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Camapuã, Estado de Mato Grosso do Sul, realizada com início, às 19 horas, do dia 06 de abril de 2.026, no SINSEC[1], sito à Rua Das Paineiras, 232, Parque dos Ipês, Camapuã-MS. Presente os Nobres Edis: Ver. Pedro Dias Pereira (Pedrinho Cabeleireiro), Presidente; Vereador Carlos Coco, Vice-Presidente; Verª Dayane Fernandes Amorim (Dayane Fernandes), 1ª Secretária; Ver. Nilcilei Cavalheiro Pereira (Nilcilei Dog), 2º Secretário; Ver. Ademar Laurindo; Ver. Hélio Policial; Ver. Lellis Ferreira da Silva; Ver. Luiz Gonzaga Alves de Lima Filho (Luiz Gonzaga); Ver. Ronnie Sandro Rezende Gonçalves (Ronnie Sandro). Comprovado o número legal de Vereadores para a abertura dos trabalhos, o Vereador Pedro Dias Pereira (Pedrinho Cabeleireiro), Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Camapuã-MS, invocando a proteção de Deus e, em nome da liberdade e da democracia, declarou aberta a presente Sessão. Em seguida, o Presidente colocou em discussão a Ata da 7ª Sessão Ordinária, do 2º Período Legislativo, da 19ª Legislatura, do dia 23 de março de 2.026. Logo após, o presidente colocou em votação a referida Ata que foi aprovada por unanimidade pelos Nobres Edis. 1ª Secretária – Verª Dayane Fernandes – [2]Correspondências Recebidas – Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul – DESPACHO – Autos n.º 00031422-02.2026.8.12.9012 – Vistos, etc. Trata-se de expediente encaminhado pela Câmara Municipal de Camapuã/MS, por meio do qual se solicita a disponibilização da Carreta da Justiça para atendimento no Distrito de Pontinha do Cocho, naquele Município. Não obstante, em que pese ser louvável a iniciativa da Câmara Municipal, o calendário da Carreta da Justiça já se encontra comprometido para o ano de 2026, não sendo possível, no momento, acolher o pedido. Comunique-se. À Direção-Geral para as providências. Campo Grande, 31 de março de 2026. Desembargador DORIVAL RENATO PAVAN, Presidente. GRANDE EXPEDIENTE – Ver. Hélio Policial – Gostei do local, senhor presidente, a tribuna aqui, parabenizar os servidores que trouxeram aqui esse local de destaque para cada um de nós levarmos, como fazemos semanalmente, aquelas ideias e projetos que vão ao encontro daquilo que a coletividade da nossa cidade espera de cada um de nós vereadores. Venho aqui, Sra. Vereadora Dayane, dizer que estou aguardando a vossa manifestação no nosso projeto de lei que outrora apresentamos sem nenhum problema, sei da sua correria e da sua capacidade, e não tenho dúvidas nenhuma de que vossa excelência, na próxima sessão, estará apresentando aqui a sua excelente colocação, que depois eu fui fazer uma análise jurídica de uma forma punctória e é de bastante valia porque vai impactar aquelas mulheres que, por um motivo ou outro, não tem acesso àquele material, Vereadora Dayane. Então, parabéns para você, eu fico lisonjeado em poder saber que você tem essa preocupação com esse segmento feminino. Então, eu me sinto muito feliz em poder estar com você, com o Vereador Pedrinho, apresentando esse projeto de lei, para que, futuramente, senhores vereadores, o Poder Executivo faça esses convênios, faça esse credenciamento, falando tecnicamente, esse credenciamento com as farmácias particulares, as farmácias privadas do município. Para que nós não tenhamos mais nenhum problema que, inclusive, me motivou bastante, já citei os motivos pelos quais apresentei, fiz esse estudo e apresentei o projeto de lei e, não obstante a isso, nessa legislatura, mormente as sessões do ano passado, eu vi diversos vereadores aqui trazerem suas ponderações legítimas, há que dizer aqui, legítima, vi que o nobre colega Vereador Luiz Gonzaga veio à tribuna e questionou de forma correta a falta de medicamentos, e nós, já sabedores das condições que o município trabalha, Dr. Wilson está aqui, é do jurídico e sabe que o Poder Executivo Municipal está pautado, alicerçado nos princípios basilares da nossa Carta Magna que é a Constituição Federal, e no Art. 37, senhores vereadores, traz o princípio da legalidade. Então, o município não pode fazer por conta própria aquilo que ele acha correto, ele tem que atuar com obediência a todas as normas constitucionais e as normas legais. Então, a gente vê que a própria Nova Lei de Licitação, que não é tão nova, já tem dois anos, a Lei n° 14.133/2021 leciona, de uma clareza meridiana, como que funciona o procedimento licitatório, que inclusive nós tivemos aqui faz quanto tempo, Vereador Pedrinho? Até o próprio presidente que antecedeu vossa excelência, o Vereador Lellis Ferreira da Silva, tinha esse pensamento, esse cuidado em fazer uma reforma na nossa Casa Legislativa, porque é a casa que vai receber a população, é a Casa do povo. E vossa excelência sabe muito bem quão difícil é poder ter todo esse procedimento, desde a abertura do edital, até a licitação propriamente dita, depois a celebração dos contratos, a liquidação e, quiçá, lá na frente, o pagamento. Há de lembrar aqui a condição que nós vivemos hoje, uma situação sombria, em nível, não de município, nem de Estado, nem de país, mas, sim, de mundo. A gente vê que está tendo impacto diretamente nas questões econômicas de todo mundo e, certamente, já a Lei de Licitação permite essa possibilidade de existir os aditivos de até vinte e cinco por cento (25%), por causa desses imprevistos. Então, a empresa dá início aos trabalhos, surge uma inflação alta e é necessária essa correção. A gente vê quão complexo é todo esse procedimento. Então, sabedor disso que apresentaremos esse projeto de lei que vai facilitar, vai dar essa possibilidade para o Poder Executivo Municipal poder estar fazendo esses credenciamentos das farmácias, e quando, por um motivo ou outro, atrasar a aquisição de medicamentos por motivos que são alheios a nossa vontade, por conta de imprevistos administrativos, a população não ficará desassistida, não ficará, em hipótese alguma, porque essa legislação, esse projeto de lei nosso permite para que, olha que maravilha, poder compartilhar aqui nesta noite. APARTE – Ver. Ronnie Sandro – A pergunta a vossa excelência: esse projeto autoriza e não obriga, não é? Só autoriza? Ver. Hélio Policial – Isso mesmo, vereador. Ver. Ronnie Sandro – Porque eu sempre tenho votado e a minha linha é esta, no projeto que queira gerar gasto, obrigar o prefeito a fazer alguma coisa, meu voto é contra, mas autorizando, é diferente. Conta comigo, parabéns. Ver. Hélio Policial – Vereador, muito obrigado. É justamente essa ideia, por conta de que aqui já debatemos, discutimos, concordamos, discordamos. Ouve até situações acaloradas por conta de trazermos esta questão da legalidade, Vereador Ronnie Sandro, nós sabemos que os Artigos 16 e seguintes da Lei de Responsabilidade Fiscal, ele leciona de uma forma clara e objetiva como que funciona esses projetos de lei que geram despesas ao erário público. Ele deve vir acompanhado de um estudo de impacto orçamentário. Por quê? Se ele vier desacompanhado, senhores vereadores, já falei várias vezes aqui nesta tribuna, ele é nulo, o projeto é nulo e é lesivo ao patrimônio público, ou seja, incide os seus autores a crime de responsabilidade. Já fiz até uma busca sobre essas situações e vi que vereador, sim, é possível responder por suas palavras, votos e opiniões aqui na tribuna. Então, essa imunidade parlamentar material que muitas vezes é confundida com um outro tipo de imunidade absoluta, ela não é absoluta, ela é relativa. Então, nós temos que ter cautela, aqui é o local que nós representamos a nossa população, e por isso nós temos que ter cautela naquilo que nós falamos, na forma que nós votamos, até porque existe aqui nesta Casa Legislativa comissão da qual eu faço parte, Vereador Luiz Gonzaga e o Vereador Carlos Coco, da comissão que analisa, avalia a legalidade e a constitucionalidade de todos os projetos que aqui são apresentados. Então, é dever de cada um dos membros daquela comissão, seja o relator, o presidente ou o membro, apresentar seu parecer para que os demais vereadores façam as suas análises e não sejam levados a erro. Então, o senhor pode ter certeza que, em relação a esse projeto, ele é um projeto autorizativo, porque não há autorização hoje para o Poder Executivo Municipal fazer esse credenciamento com farmácia. A gente fazendo essa autorização, senhor presidente, certamente vai ficar à disposição do prefeito, do secretário de saúde, para que faça esse credenciamento e quando eventualmente estiver faltando algum medicamento daquela relação do SUS, o secretário pode autorizar para aquele paciente, para aquela pessoa que necessita daquele medicamento, ir lá e buscar o medicamento. E que nós não nos voltemos à condição pretérita, senhores vereadores, que eu já citei na sessão anterior, que foi de ver uma criança de um ano e nove meses vir a óbito no nosso município por ausência de uma simples amoxicilina com clavulanato, criança vir a óbito, já disse isso aos senhores. Então, eu não quero fazer parte de um time que vê uma situação dessas e fecha os olhos e cruza os braços para isso. Eu quero dizer que hoje entendo, superado essa questão do projeto de lei, espero a nossa colega, Vereadora Dayane, apresentar sua alteração no artigo ou apresentar complementação do artigo, para a gente apresentar esse projeto para a votação, sanção do prefeito e, se Deus quiser, colocar em funcionamento. Hoje à tarde sai em uma área rural, senhores vereadores, encontrei uma pessoa, não a conhecia, cujo nome me fugiu, e ela disse que gosta de assistir as sessões da câmara, e disse que gosta de ouvir eu e o Vereador Luiz Gonzaga falar. Então, aquilo que a gente sempre conversa, eu achei até interessante, Dr. Wilson, o senhor que é jurídico aqui da Casa, ela me disse de uma área rural, tomei um café e comi um bolo. Ela disse: “Hélio, eu gosto de ouvir você e o Vereador Luiz Gonzaga falarem, porque são informações, são pareceres que, ainda diametralmente opostos, são coisas que vão ao encontro daquilo que a população quer ouvir”. A gente sai em muitos locais e vê muitas pessoas elogiando o trabalho do Vereador Luiz Gonzaga e, de igual forma, a gente vê você também, a gente nota que os seus argumentos são válidos e, por isso, eu trago essa informação aqui à tribuna, porque cada dia que passa, Vereadora Dayane, eu tenho certeza que estamos no caminho certo, de que a pluralidade de ideias faz parte do Estado Democrático de Direito. Faz com que as opiniões são trazidas aqui a esta tribuna e, acima de tudo, respeitadas, ainda que não seja a minha opinião, senhores vereadores, respeito a opinião de cada um dos senhores, inclusive da nossa população que nos traz, às vezes, situações que talvez a gente não estava nem esperando, mas a gente respeita. Muitas vezes a gente não aplaude, mas respeita. Então, fica aqui a minha profunda honradez, diremos assim, por saber que a população acompanha os nossos trabalhos e vê que estamos no caminho certo. E quero lembrar, finalizar a minha fala, Vereadora Dayane, que essa pessoa é sua eleitora, ela disse que é sua eleitora. Então, desejo a todos nós uma excelente semana, abençoada por Deus. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Só para falar para vossa excelência, nobre vereador, que eu acho que vossa excelência, pelo dia que faz já, vossa excelência deve ter se esquecido, que nós vereadores estivemos participando, eu acho que vossa excelência até falou para nós sobre a questão da energia do nosso município, da nossa região. Ver. Hélio Policial – Com certeza, então, agora eu utilizo esse espaço que me falta aqui nestes cinco minutos da liderança do prefeito e, quiçá, se necessário for, eu utilizarei a parte do líder do partido. É verdade, senhores vereadores, nós acompanhamos situações de calamidade na nossa área rural, acompanhamos situações de calamidade na nossa querida Pontinha do Cocho, cujo o representante se encontra aqui, um dos representantes que todos nós também somos representantes, mas o representante mor que está ali, líder de votação lá. E a gente vê a queda, a falta de energia, qualquer trovão, qualquer relâmpago falta energia nessa área, e nós estivemos lá na Assembleia Legislativa, acompanhamos aquela audiência pública, senhor presidente, [3]que foi tratado sobre essas questões da energia elétrica do Estado do Mato Grosso do Sul e, ali, foram trazidas diversas situações, dentre elas, a Vereadora Dayane mesmo apresentou um ofício ao presidente da assembleia, todos os vereadores aqui assinaram, fazendo um apelo, clamando, pedindo pelo amor de Deus para que faça a manutenção adequada, para que atenda a nossa população, porque eu tenho certeza, Vereador Luiz Gonzaga, que o quilowatt cobrado lá na Pontinha do Cocho é o mesmo valor que o quilowatt cobrado aqui na cidade, então, nós não podemos esquecer o nosso distrito lá que faz parte do nosso município, integra o nosso município na arrecadação, integra o nosso município na educação, integra o nosso município em todos os segmentos naquilo que é bom para Camapuã. Então, nós não podemos esquecer da Pontinha do Cocho e apresentamos. Um ponto que foi destacado lá, senhores vereadores, foi a questão que tem um impacto direto nas finanças das famílias mais carentes, que é a questão da negativação daqueles pessoas que atrasam o pagamento da fatura de energia elétrica e aí a Energisa vai lá e negativa aquela pessoa, muitas vezes uma conta de um valor até baixo, abaixo de cinquenta reais, Vereador Ronnie, quando é negativado a pessoa vai lá para tirar aquele nome do protesto, lá no cartório de protesto, registro de protesto, a pessoa tem que pagar cento e cinquenta, duzentos reais para tirar o seu nome do protesto, então, isso é um absurdo que vem acontecendo, foi levantado pelo Vereador Coringa, isso aí, certamente, os deputados que lá estavam, me recordo do Deputado Federal Beto Pereira, do Deputado Estadual Caravina, dentre outros que lá estavam, eu tenho certeza de que essa problemática que atinge, que impacta diretamente as pessoas mais humildes, senhor presidente, porque aquelas pessoas que tem melhores condições não tem as suas contas de luz atrasadas e, por tanto, não tem o seu fornecimento suspenso, logo, não tem seus nomes levados a protesto em cartório. Então, isso aí foi uma audiência pública de estrema importância, vossa excelência participou, vi todos os vereadores lá, o peso maciço dos vereadores lá, levando o nome de Camapuã, e tenho certeza que essa problemática vai – pode ser que não resolva, Dr. Wilson, pode ser que não resolva -, porque eu fui fazer uma análise jurídica, o próprio Código de Defesa do Consumidor, no Art. 43, se não me engano, ele permite essa possibilidade de protesto, mas já é uma semente plantada e tenho certeza que essa, eu vou utilizar um predicativo não adequado da minha parte, mas eu vou dizer, seria uma covardia o que uma empresa multinacional que fornece energia elétrica, bilionária, faz com pessoas humildes, pessoas carentes, além de suspender o fornecimento pelo não pagamento, leva o nome dessas pessoas a protesto. Senhor presidente, muito obrigado por ter lembrado desse tema, estamos juntos, contem com o Vereador Hélio Policial sempre que for fazer o bem para a coletividade de Camapuã. Boa noite, boa semana a todos, Deus nos abençoe. Ver. Carlos Coco – Senhor Presidente, trouxe aqui uma indicação ao Prefeito Manoel Nery e ao Secretário de Esportes Jerson Júnior, pedindo para que seja realizada a criação de um espaço destinado à prática de manobras de motociclistas. Os motociclistas precisam ter um espaço para poderem ter onde fazer as manobras que eles gostariam, então, a gente está trazendo aí essa indicação ao Secretário Jerson Júnior para que ele possa ver se consegue, através do prefeito, conseguir fazer isso para nós, para ficar melhor para a população que gosta desse esporte. Também tenho mais uma indicação, hoje eu só trouxe duas, ao Prefeito Manoel Nery e à Professora Selma Rodrigues Ramirez, peço para que seja realizado a aquisição da instalação de um extintor de emergência lá na Escolinha Pequeno Polegar, a gente vê que lá não tem o extintor, a gente esteve lá na escolinha e, por conta disso, eu falei: “vou fazer uma indicação, fazendo esse pedido para que seja instalado esse extintor lá no local”. Eu quero aqui falar um pouquinho sobre o transporte escolar, já agradecendo ali o pessoal que faz o transporte ali na região da Fazenda Santo Antônio, Fazenda Dom Luís, Fazenda São Pedro, Fazenda Tapera, antigo Duduca, ali na região. Eu quero falar também da Telvina, esposa do Oscar Rodrigues, ela também já agradeceu pelo serviço que estão fazendo lá na região, a chuva suspendeu agora e estão fazendo um bom trabalho lá, o pessoal está agradecendo, todo dia que você encontra as pessoas elas estão agradecendo a gente, então, a gente fica muito satisfeito com isso. Eu quero dizer aqui também que no sábado eu fui chamado lá para ver, fizeram uma limpeza lá na pracinha e ao tirar a terra, como já quebrou os aparelhos de ginástica, ficaram uns ferros lá, então, eu trouxe aqui para poder fazer um pedido para organizar porque ficou muito perigoso, uma criança já machucou lá no local, inclusive o Vereador Dog estava lá, chegou lá na Pontinha e eu estava lá na região vendo essa questão para fazer esse pedido, a pessoa me pediu e já tinha machucado uma pessoa lá, e agora eu estou fazendo o pedido para que a prefeitura possa dar uma olhada lá. Eu quero falar também sobre as luminárias, foram lá, fizeram as mudanças, trocaram um pouco lá, mas tem pessoas que estão reclamando por conta, Vereadora Dayane, que as pessoas estão pagando a luminária e faz tempo que está queimada, e quando eles vão lá e arrumam um pouco, deixam um pouco, a população vem em cima de mim, aí eu falo: “gente, tem que esperar“, eu falo com eles e eles falam que está faltando material, então, talvez eles vêm, a população tem que ter compreensão nessa hora por conta disso aí, que talvez vai, aí chega lá e o material não dá, vem embora, aí fica faltando material. Então, eu peço a compreensão da população lá e a gente vai cobrar, a gente não vai deixar de estar cobrando isso aí lá para a Pontinha do Cocho. Agradecer o Vereador Hélio Policial por ter falado sobre a nossa Energisa, nós estávamos juntos, quero falar um pouquinho sobre essa questão onde vem fazendo ofício, levando, acho que nós levamos lá no Hélio, no secretário, nós fizemos essa parte esses dias para trás, antes daquela reunião, a gente levou um ofício para o secretário da educação, a gente levou lá para ele, ele achou muito importante o ofício, ele falou que talvez não pode ajudar a gente naquele tema, mas ele ia passar para frente, ele deu como recebido, então, a gente fica muito grato com isso, a gente está correndo atrás, está tentando ver uma maneira para ficar melhor para a Pontinha do Cocho, por conta de na hora que a médica está lá está fazendo o trabalho dela, de repente acaba a energia, como fazer os trabalhos sem energia? Não tem como, eu até pedi um motor também já para colocar no posto de saúde, mas ainda não foi feito essa aquisição de ter esse motor lá para poder funcionar a hora que não tiver energia, mas até a médica já falou para mim que a questão não é fácil. Também quero falar um pouquinho dos trabalhos que está tendo lá no posto de saúde, já estão fazendo as calçadas que eu pedi, que eu venho pedindo desde o ano passado e agora estão fazendo lá, e a gente já vai ficando grato com as coisas que estão acontecendo. Eu quero, também, falar da nossa festa do CNL, ali no João Sapinho, através do Juvenil Sapinho, foi muito boa a festa, a gente estava lá participando, estava o Vereador Luiz, estava a Vereadora Dayane, até o Vereador Ademar apareceu lá, estava lá prestigiando a festa, isso é bom muito bom, a gente faz parte, eu acho que é o único esporte hoje que nós podemos participar é esse, porque nós já estamos meio velhos, não pode jogar uma bola porque não pode correr muito – não é, vereador? – tem que passar para outra atividade para ficar melhor. Então, são essas as minhas palavras, meu muito obrigado. Depois, no final, a gente volta aqui para falar mais algumas coisas. Boa noite a todos. Ver. Luiz Gonzaga – Escutei aqui atentamente os vereadores que passaram, escutei o nobre Vereador Carlos Coco falando da Pontinha, pediu um extintor lá para a nossa escolinha. Precisamos pedir também, vereador, porque infelizmente a Pontinha do Cocho, a escolinha juntou as turmas porque eu acho que não tem professor, imagine, uma professora vai dar aula para quase trinta crianças pequenas, é uma vergonha essa educação nossa, e teve selo de ouro, tem que pedir isso, vereador, vir aqui cobrar nossa secretária de educação porque isso realmente é uma vergonha, colocar os professores em uma situação daquela lá, e me parece que agora chegou mais uma criança especial lá, e a técnica, a monitora só vai na parte da manhã, aí na parte da tarde já fica sem. Então, a gente fica escutando, escutei o líder do prefeito falando do projeto, realmente é um projeto sensacional, que ele não quer fazer parte disso, de mais uma criança poder morrer por falta de medicamento. Isso, realmente, a gente fica triste, eu fico abismado de estar em uma cidade onde nós aprovamos R$ 140.000.000,00 (cento e quarenta milhões) e a gente ainda está falando em falta de medicamento. “Mas lá na Pontinha não tem farmácia, vereador”, o pessoal da Pontinha vai morrer sem medicamento? Ou esse projeto é só para cá? Porque na Pontinha, que eu saiba, não tem farmácia. Vai ficar sem medicamento lá também? Então o pessoal da Pontinha continua esquecido pela gestão? Nós vamos fazer parte de uma gestão que você acabou de falar aqui que não quer fazer parte, então, eu vou fazer parte de uma gestão que o pessoal da Pontinha vai morrer por falta de medicamento, porque esse projeto vai atender a cidade, mas a Pontinha não. Eu também queria falar sobre a parte que nós fomos falar sobre a falta de energia que tem, mas a falta de energia não é só aqui no nosso município, não. Pelo o que eu vi lá, é falta de energia no Estado inteiro, eu acho que isso é uma vergonha, primeiro que eles estavam quase todos os vereadores de Camapuã, eu me senti envergonhado quando a pessoa responsável foi chamando os prefeitos e foi chamando os representantes dos prefeitos, porque tinha prefeito que não podia estar lá, nem prefeito, nem o vice, e acho que nem o secretário, e eu fiquei olhando e esperando quem que o prefeito nomeou para representar Camapuã lá na frente. Eu vou deixar um ponto de interrogação aqui para o camapuanense, para ele descobrir quem foi chamado lá na frente para representar o Prefeito Manoel Eugênio Nery, estava o presidente da câmara, estava o líder do prefeito, estava o restante dos vereadores, não foi chamado ninguém, nem ele estava lá e ninguém foi representar Camapuã. A gente fica quieto porque é uma vergonha, e aquilo lá, vou falar a verdade, não vai virar é nada, não vira nada nesse país onde não tem lei, até porque nós temos um prefeito que é presidente do COINTA, se ele é presidente do COINTA, ele tem que sentar com os outros prefeitos dessa região norte aqui e quebrar o pau com essa porcaria dessa empresa chamada Energisa, porque é uma vergonha eu ter que escutar um vereador igual o Carlos Coco, em plena sala de aula acabar a energia, e ter que parar a aula lá na Pontinha porque não tem energia, nós estamos no século o quê? E ninguém faz nada? Vai lá e faz aquela audiência pública, e fala bonito, não vira nada, isso não vai virar nada, enquanto não tiver alguém que vai lá, um governador, cadê o governador? Cadê esse Eduardo Riedel? Tem que pegar ele, ele manda no Estado. Ele é produtor rural, esse cara tem fazenda, lá na fazenda dele não falta energia? Ele é governador, tem que soltar esse vídeo meu aí para chegar lá nele. Cadê o prefeito? O nosso prefeito é presidente do COINTA, porque que não junta os prefeitos e já não quebra o pau com esses caras da Energisa? Não tem moral? Nós temos que nos rastejar, nós temos que deixar as pessoas ficarem sem energia e ter que pagar? [4]Aqui nós já pagamos e não tem iluminação pública, mas nós pagamos. Eu tenho que escutar o coitado do vereador vir aqui e falar que as pessoas cobram ele. Tem que falar para a pessoa: “não paga mais, não”. Não tem, então por que tem que pagar? E é igual a Energisa, ninguém vai ter coragem, não vai ter um governador que tem coragem? Até porque que eu saiba a Energisa ganhou uma licitação para cuidar disso. Se ela ganhou uma licitação, o governador pode cobrar ela. Onde que está o serviço prestado por essa Energisa? Ah, está de brincadeira. Meu gado estava sem água há três dias, tive que juntar meu gado gordo com todo o gado para soltar em uma represa, está de brincadeira? Quantos produtores tiveram que jogar o leite fora por que acaba a energia? Ah, não. E se tiver uma criança? Aqui ainda tem gerador, e lá na Pontinha que não tem? E as vacinas que estão dentro da geladeira? Joga fora? Eu já falei aqui, eu sou veterinário, se uma vacina estiver dentro de uma geladeira e ficar sem energia, até de ficar abrindo e fechando a porta, ela perde, ela diminui a eficácia, agora, se ficar sem energia três dias, aí fica bonito. E é isso que acontece, fomos lá, foi até bonito de ver, bastante prefeito, vereadores cobrando, não virou nada. Pode olhar aqui para mim, não vai virar nada, nós vamos continuar sofrendo com energia e vindo aqui e falar: “nós fomos lá na audiência pública para cobrar a Energisa”. Não vira nada, esse país aqui não vira nada, não. Se não tiver o pau quebrando, caindo a folha mesmo, brigando, não vira nada. Sabe por quê? Porque o exemplo está aqui dentro, quando a gente vai e quebra o pau, faz vídeo, aí funciona, aí anda, é obrigado a fazer. Agora, quando vai lá que vejo alguns vereadores pedirem que precisa fazer aquilo ali, tem que fazer, fica uns quatro, cinco meses enrolando, agora a Energisa vai nos enrolar uns dez anos, porque não fizeram nada, fizeram uma audiência pública, mostraram que sabe de tudo isso. Ela não sabe que tem árvore que tem que ser podada? Ela não sabe que tem que trocar cabeamento, principalmente da Pontinha do Cocho que sai de uma rede que o Vereador Carlos Coco já pediu, implorou para eles mudarem a rede. Não vão fazer. Eles ficam falando que a Energisa pegou uma empresa quebrada. Falaram que pegaram uma empresa que estava com problema financeiro antes, mas ela não ganhou a licitação? Se ela ganhou, ela já sabia como era. Eu não acredito que o Vereador Nilcilei Dog, que é um pedreiro, vá pegar uma obra e não sabe o que é a obra e dizer: “ah, eu vou cobrar cinquenta mil para fazer essa obra. Ah, eu cobrei errado, estava tudo ferrado esse chão aqui, agora preciso cobrar um milhão”, não, eles viram, faz um levantamento antes para pegar essa obra. Agora, vai e justifica: “ah, nos largou em uma situação delicada, cabeamento velho”, mas não viu que tinha cabeamento velho? Mas na hora aceitou? É igual esses quebra-molas, outro acidente aconteceu ontem ou antes de ontem, a menina se arrebentou lá na frente da Acricam, acabou a moto dela, foi parar no hospital e cadê essa empresa? Cadê a empresa responsável por fazer uma barbaridade daquela com o dinheiro público e com o povo de Camapuã? Essa mesma empresa recebeu um aditivo e fez mais dois ou três quebra-molas, e estão certos, praticamente, uma lombada menos agressiva. E por que não fez os outros assim? E ninguém vai fazer nada? Esse é o exemplo da política, ninguém faz nada mesmo. Aí o povo olha e diz assim: “cara, é difícil acreditar em política, hein”, eu passo por isso, eu também passo por isso. Hoje eu vim mais inspirado para falar sobre a política, eu olhei essas junções políticas no nosso Estado, eu fico olhando. Agora o nosso presidente vai ter que votar para o Bolsonaro, como que vai fazer agora? Como que a gente entende um país desse onde um xinga o outro de ladrão e daqui a pouco está tudo abraçado, junto? Vocês querem o quê? Isso é moral? Isso é correto? Ele deixou de ser ladrão agora? Ele melhorou para eu apoiar ele? Eu preciso entender isso aí. Quer mais o quê? É isso que acontece. Nós vemos uma escola onde nós fomos e está cheio de cupim, caindo cupim em cima de criança, o forro caiu, e pior, com uma criança especial lá dentro, mas nós ganhamos o selo de ouro da educação. Mas está caindo o forro com cupim. Eu vejo um exemplo enorme aqui dentro que é o líder do prefeito, concursado, já falou para mim que está quase para se aposentar, quase trinta anos ou mais de concurso público, trabalha, eu comparo ele com nosso secretário de saúde. Quando eu cheguei aqui, o irmão era office boy, ele, na gestão do Delano, andava de Biz, agora é o maior construtor da cidade, a política é boa mesmo, a política transforma as pessoas, um cara que andava de Biz há cinco, seis anos atrás, eu vejo aqui a dificuldade do líder do prefeito trabalhando, se virando para pagar conta, correndo para lá, e se vira, não vi ele andar de Hillux ainda não, preciso ver ele, mas o nosso secretário saiu da Biz, pulou para a Hillux e o maior construtor de casa da cidade. Mas falta remédio, o nosso hospital sem ar-condicionado, banheiro vazando e o ex-diretor fala que fez o extraordinário no hospital. Essa é a nossa política, estou fazendo uma retrospectiva aqui, onde que vai parar Camapuã? Será que essa é a administração que o camapuanense merece? Será que essa é a administração que Camapuã precisa? É eu acho que a política realmente transforma a pessoa, e o maior exemplo é o nosso secretário de saúde. Um abraço. Ver. Nilcilei Dog – Senhor Presidente, eu venho a esta tribuna esta noite e eu confesso para vossa excelência e para todos os nobres pares aqui, com indignação, quero deixar aqui a minha sincera indignação com o que eu vejo acontecer em nossa cidade, nobre presidente, principalmente para aqueles que mais necessitam do Poder Público, e aqueles que mais necessitam do amparo do Poder Público, eu vejo medindo força com o Poder Público para ter conquistado seus direitos na base da força, e o direito não tem que ser na base da força. Nós entramos agora em abril, o mês azul, o ano passado eu vi algumas publicações, onde eu vejo as pessoas comentarem dos vídeos do Vereador Nilcilei e do Vereador Luiz Gonzaga que dá impressão que inconstitucional a gente trabalhar através das redes sociais, mas quando eu vejo algumas publicações nas redes sociais do prefeito, de algumas secretárias, da prefeitura, eu vejo um discurso diferente. Será que os vídeos são proibidos, são inconstitucionais ou questionado somente quando são os meus e do Luiz? Porque eu vejo a prefeitura usando nossas crianças a todo momento, a todo tempo, todos os dias, desde que eu assumi esse mandato, e eu falo isso com fatos, eu posso provar o que estou falando aqui. Fato é, nobre presidente, que nesse dia dois de abril a prefeitura faz ali no centro da cidade a sua Campanha de Conscientização ao Dia Nacional da Criança com Autismo, mas quando eu vejo tanta publicidade, tanto marketing, eu vejo a prática muito distante, Vereador Luiz Gonzaga, a prática mesmo, a realidade está muito distante dos discursos, das conscientizações. É necessário, é óbvio que é muito necessário a conscientização, as campanhas educacionais, as campanhas voltadas principalmente para as crianças com autismo, só que aí vem a pergunta: “quais são as políticas públicas que o nosso município realiza em nossa cidade para essas crianças e para essas mães?”. Quais foram as audiências públicas que nosso município realizou, convocou as mães atípicas, essas crianças, fonoaudiólogos, monitores para maiores instruções, capacitações para mostrar para essas mães os seus direitos legais e constitucionais? E quais seriam as garantias que o município daria a esses pais também para abrigar, garantir os seus direitos? Eu não vi nenhuma, mas tem que fazer uma faixa atravessada na rua com os dizeres do Abril Azul. Eu queria muito que saísse desse dia dois e fosse paras os outros trezentos e sessenta e cinco dias, o ano todo. Mas não sai. É como hoje me deparei com uma situação ali na escola Ernesto Sólon Borges, faltava essa escola para eu visitar esse ano, foi a primeira que eu fui ano passado com o nobre Vereador Luiz Gonzaga, inclusive no início das aulas em fevereiro. Nós chegamos dentro da sala de aula e as crianças denunciaram, ao vivo, uma casa de cupim dentro da sala de aula e, dessa vez, outras me levaram, nobre presidente, a outras salas, estou falando no plural, salas com novas casas de cupim. Isso porque recentemente o nosso secretário de obras fez um marketing, uma publicidade da Escola Ernesto Sólon Borges, pintando a escola, uma pré-reforma, mas pintaram por cima das casas dos cupins. Não jogaram nenhum veneno, nem nada, lá. Amanhã eu vou publicar o vídeo e vocês tirem a conclusão de vocês. E dentro dessas salas de aula, dentro de algumas delas existem crianças autistas. Acreditem se quiser, os forros da sala de aula, nobre amiga Cleide Rezende, que é arquiteta, fizeram uma manutenção nos forros PVC sem os encaixes necessários, parafusaram por cima do forro, olha isso aqui, nós estamos debaixo de um teto que é forrado de forro PVC, olha que lindo, que organizado, eles são parafusados em uma estrutura metálica e esses parafusos são tampados com os encaixes dos outros forros, mas lá é o contrário, lá onde não tem prego parafusado no forro, os parafusos são por cima, os fios estão com as pontas soltas, mas a nossa cidade é selo de ouro em alfabetização, até aí tudo ok, mas onde essas crianças são ensinadas? Não é dentro dessas salas de aula? Como que coloca essas crianças nesse risco? Nós fomos ali na creche, ali no Bairro Alto, o local que as crianças tomam banho tinha um ferro enferrujado de apoio. Essa é a educação da nossa cidade. E trago mais, vou mais além, quando a gente toca nesse assunto que é tão sensível, nós não podemos esquecer das mães que tem que matar um leão por dia, só quem já visitou uma mãe de criança autista, conviveu com ela por alguns dias, porque eu tenho esse convívio, eu visito dias após dias, semanas após semanas, ajudo no que posso mães de crianças especiais. Quais as políticas públicas que o nosso município tem voltada para ajudar essas mães para tirar um pouco dessa carga das costas dessas mães? Não temos, mas nós temos a capacidade de fazer várias publicações no dia dois de abril, Dia Nacional da Conscientização do Autismo. E eu tenho do meu lado esquerdo o marketing, e a realidade do lado direito. E nesse marketing investimos milhões por ano, já foi falado aqui, e a realidade ninguém mostra. Quando eu vou para meu lado direito mostrar a realidade com o nobre Vereador Luiz Gonzaga, o discurso deles é que nós queremos atrasar o município, porque queremos fechar a sala de aula, porque não queremos que a prefeitura contrate ninguém, mas se é falado aqui de lei, de constituição, que a lei tem que ser cumprida, a constituição tem que ser cumprida, tem que ser rígida. [5]A culpa é nossa que denunciamos as ilegalidades? Vocês sabiam que no CEAME, onde eles também cuidam da parte educacional das crianças, após trinta dias eles começaram a buscar as crianças na área rural que não estavam tendo acompanhamento? Isso ninguém fala. O toldo que eu estou pedindo desde o ano passado, quando foi inaugurado o Espaço Sensorial, não foi colocado até agora, pedi uma faixa de elevação lá na frente, até para maior embarque e desembarque das crianças naqueles carros e até hoje nada. Mas deram aditivo para a empresa dos quebra-molas para fazerem mais alguns quebra-molas, mas dessa vez os quebra-molas conforme as medidas do projeto da própria prefeitura, os outros ainda não foram demolidos, ainda não foram restaurados, mas está lá. Por que os investimentos para essas crianças têm que ter essa dificuldade? Essa briga? A gente tem que ver mãe todos os dias batendo na secretaria de saúde, na assistente social, brigando, denunciando para nós. Eu não acredito que essas mães estão mentindo, nobre Vereador Luiz Gonzaga, eu não acredito nisso, eu acredito que uma mãe atípica, ela sofre, principalmente porque tem muitos homens que se dizem homens, mas não é macho, porque eu visitei uma mãe, ela falou que o pai abandonou ela com a criança quando descobriu que a criança era autista, que essa é a espécie de homem pior que aquele estuprador, tem que pagar, mas essa justiça quem vai fazer é o próprio Deus, ela vai cobrar isso, porque estamos falando de criança. E eu vejo outra situação que a gente entrou em contato com alguns professores, diretores, alguém que tem mais conhecimento na área. Então, eu queria saber, Nobre Vereador Luiz Gonzaga, a gente andou distribuindo ovos de páscoa para as crianças, principalmente nos bairros mais distantes, mas não era legal a gente ir nas escolas, nas creches, as crianças não poderiam comer chocolate, se é uma questão, se é um laudo ou relatório da nutricionista, está tudo ok, mas a nossa secretária de assistência social deu para as crianças lá no CRAS, não é a mesma nutricionista? As outras crianças das outras escolas não mereciam? O que acontece nesse caso? E, nobre presidente, quero também falar, deixar aqui registrado que eu estive na área rural esse fim de semana, em especial na região do Barreiro, é impressionante o que a gente vê. A prefeitura, através da secretaria de obras, eles tiraram piçarra, daquela vermelha, aquela que faz barro mesmo, para tapar os buracos em determinados locais e passar a patrola, hoje os produtores rurais estavam mandando mensagens para mim e para o Vereador Luiz Gonzaga, eu creio que algum de vocês também recebeu, isso é serviço que faz? Fica uma pergunta, por que para atender o Programa Porteira para Dentro, onde a prefeitura recebe uma taxa, tem cascalho, e não tem cascalho para levar lá naquela estrada rural, onde vem os maiores impostos para o município? Por que para o produtor rural não tem cascalho e quando chega um projeto do Programa Porteira para Dentro que paga uma taxa, tem o cascalho? E eu quero deixar aqui também um ponto de interrogação, eu creio que alguém aqui vai me responder essa semana, por que temos ofícios antigos e o nosso secretário de agronegócio ainda não atendeu? E alguns recentes agora ele atendeu? Eu até estou aguardando a resposta de um ofício dele porque depois quero ir falar com ele pessoalmente, eu quero mostrar para ele alguns materiais que eu tenho, porque o que a gente está falando aqui é muito sério. A Porteira para Dentro não fala que é para o pequeno produtor? Ela não é para dar o suporte para o pequeno produtor rural? Tem produtor aí que é empresário, que tem empresa e está sendo atendido através da Porteira para Dentro, então ele tem condição de pagar uma empresa privada. Em Camapuã acontece isso, e se a gente fala aqui, há quem diga que a gente quer travar o município. Então, nobre presidente, eu deixo aqui essa minha fala essa noite e daqui a pouco voltamos aqui para as considerações finais. Ver. Ronnie Sandro – Hoje eu estou entrando com duas indicações ao Sr. Prefeito Manoel Nery e ao Secretário Jean Carlos. A primeira delas é pedindo um paralelepípedo na Vila São Francisco, na Rua Itaipu. E a segunda indicação, mesmo pedido ao secretário e ao Prefeito Manoel, um paralelepípedo na Rua João Ferreira da Cunha, no Bairro Alto. Então, o secretário já fez um compromisso com este vereador de colocar os paralelepípedos nas ruas citadas, e os funcionários estão esperando. Então, a gente está aqui cobrando os secretários e o prefeito para que eles olhem e resolvam de vez, definitivamente. E lá na Vila Itaipu tem mais um probleminha também que abaixou o asfalto lá em uma galeria de rede de água fluvial, mais um problema para resolver também, que os moradores têm me cobrado, acredito que tem cobrado alguns vereadores também. Eu vi atentamente o companheiro que me antecedeu aqui falando dos módulos do Projeto Porteira para Dentro, se eu não me engano, vereadora, acho que é duzentos e oitenta hectares, desse padrão para menos está enquadrado no Projeto Porteira para Dentro, esse projeto também que eles fazem a gradeação, gradeia as áreas dos produtores rurais. Eu quero falar um pouquinho também da Energisa, que os companheiros que me antecederam falaram, é complicado essa situação porque veja bem, aqui na nossa cidade, uma empresa rica dessa não tem sequer um escritório, ela usa um escritório, usa outra parte de uma loja aí, instala seu escritório, a internet deles é de má qualidade, eles só atendem até meio dia, ainda tem isso, e a hora que a pessoa está lá fazendo uma transferência de luz, que está quase terminando, com a internet de má qualidade, cai e vai para o zero, outra hora tem um monte de gente lá que precisa do serviço deles, falam: “olha, hoje não dá para fazer nada porque não tem internet”. Então, é complicado essa situação e todo mundo paga o preço, o grande produtor, o médio, o pequeno, todos, um paga de uma maneira, outro paga de outra maneira, e é engraçado porque uma firma tão rica dessa não ter pelo menos uma internet de qualidade, mas se você vai em outra cidade, vai lá em São Gabriel do Oeste-MS, por exemplo, lá tem um lugar adequado da Energisa, bem organizado, e aqui em Camapuã dessa maneira. Isso vem se arrastando faz tempo, é vergonhoso, eu falo para vocês porque eu também participo, eu também vou lá, vejo as pessoas passando por isso, as pessoas reclamam para mim, e acredito que reclamam para vocês, com razão, e nada resolvido, igual o Vereador Luiz Gonzaga disse aqui, o Vereador Hélio, mas a gente também não pode desistir, não pode abaixar a cabeça, mas os nossos representantes tem que unir as forças para cobrar e correr atrás porque n´s somos os legítimos representantes da população. Se não, daqui uns dias, não vai ter nem meio período ali, não vai ter é nada, se a gente não fizer nada. Então é isso, gente. Obrigado. Verª Dayane Fernandes – As minhas indicações de hoje, presidente, é para que seja incluindo atendimento psicológico como parte integrante aqui do acompanhamento do pré-natal e também do pós-parto na rede pública da saúde do município. Enquanto psicóloga e também conversando outro dia com estudantes de psicologia, quero também colocar a Procuradoria da Mulher à disposição para que a gente possa pensar juntamente com a secretaria de saúde e com toda gestão o que podemos fazer, especialmente falo das mães de primeira viagem, aquelas que nunca tiveram filhos, a novidade muitas vezes nos assusta, o pós-parto também é cheio de transformações na vida da mulher. E seja como for, o nascimento dos nossos filhos nos transforma de tal forma que muitas vezes é assustador a nova realidade. Então, me coloco à disposição enquanto psicóloga, e quero que seja feito algo pensado em todas as mulheres que passam por esse momento, seja antes, após o nascimento do seu filho, ou no pós-parto, visto que o Planejamento Familiar é algo que o Governo Federal tem como meta, ele deve acontecer, apenas que se inclua o profissional de psicologia aqui no nosso município. Também acaba o mês de março, mas as lutas femininas continuam todos os dias e, com isso, venho aqui pedir para que seja incluído atendimento médico ginecologista periodicamente na nossa rede pública, no Município de Camapuã e no Distrito da Pontinha do Cocho. Hoje, vários especialistas, segundo informação do Secretário de Saúde André, que gentilmente me respondeu, nós temos por credenciamento o ginecologista, pediatra, ortopedista, urologista, a ultrassonografia, o neuro e o cardiologista, porém, eles vêm conforme a demanda, então, por exemplo, a partir de um número de cinquenta mulheres o ginecologista vem atender aqui em Camapuã. E se a gente for pensar que nós somos mais de treze mil habitantes desse contingente, nós poderíamos pensar que cinquenta por cento são mulheres, e desses cinquenta por cento, em vida, já necessária o atendimento do ginecologista, no matemático, e olha que eu não sou matemática, nós teríamos atendimento. Temos várias que tem plano de saúde, mas eu mesma faço meu preventivo ali no Postinho de Saúde do Cristo, dentre outros exames rotineiros, eu acredito que teríamos sim demanda, para que um ginecologista atendesse de segunda a sexta, pelo menos aqui em Camapuã. É uma demanda que as mulheres têm me pedido desde a campanha, e aqui fica então a nossa fala feminina, dessa necessidade pertinente, e que teríamos sim demanda para ser atendido durante toda semana. Eu trago, também, lá do nosso Distrito da Pontinha do Cocho, não é, Vereador Carlos? Presidente neste momento, para que seja construída e adaptada, bem como você falou que está lá em reforma o postinho de saúde, com a interferência de vossa excelência, para que seja incluída uma sala para atendimento de TEA, TDAH, TOD e outras que poderiam ter na unidade de saúde do distrito. Algumas mães me fizeram esse pedido, dentre as quais falaram inclusive daquelas, como bem falou também o Vereador Luiz Gonzaga da área rural, que muitas vezes tem dificuldade de acessar aqui a nossa cidade, nós temos mães e crianças que vem aqui toda semana, são atendidas muito bem ali no Espaço Sensorial, mas que a gente possa pensar em algo específico para quem vive ali. Hoje temos a realidade também da escola em tempo integral, e essa novidade tem também mexido com a rotina daquela comunidade escolar, com as demandas naquela unidade de saúde, e eu indicaria também brinquedos específicos, como eu bem disse, acompanho, sou acompanhada ali no Postinho do Cristo e ali eu percebi que nós temos brinquedos para as crianças enquanto aguardam, seja o atendimento da criança, seja o atendimento do responsável ali naquela unidade. Eu quero, na ocasião também, como já foi dito aqui, parabenizar todos os vereadores que estiveram lá na audiência pública da Energisa, essa somatória de forças, seja enquanto situação, ou enquanto oposição, estamos ali representando aquelas pessoas que não tem oportunidade de estar lá e muitas vezes não tem voz, todos assinaram também o ofício, muito bem redigido pelo nosso líder no prefeito aqui na ocasião, e hoje também estive aqui na unidade da Energisa, como bem falou também o vereador que me atendeu, o Vereador Ronnie Sandro, e lá tinha uma fila de pelo menos umas seis pessoas, aí liguei para o responsável aqui da unidade e ele me falou que recebe em torno de dois mil e duzentos reais para manter ali por quatro horas o atendimento da Energisa, daí sou moradora da área rural e fico pensando, [6]como que faz quem chega no período da tarde? Não tem atendimento. E ali naquela fila nós identificávamos pessoas das mais diferentes idades, porque às vezes as pessoas falam: “as pessoas mais velhas têm dificuldades com a tecnologia”, não, tem necessidades que nós só precisamos resolver pessoalmente. Então, fica aqui nossa indignação, é um absurdo o tamanho dessa empresa nós ainda ficarmos lutando, ainda que com dificuldade de se manter o posto aqui, ou seja, hoje tem praticamente por generosidade dos donos daquela loja ali, porque o valor que nós pagamos lá na fazenda já paga as despesas mensais para se manter ali no funcionamento. Depois, quero também louvar aqui e agradecer ao Vereador Hélio Policial por incluir a minha demanda no projeto, e dizer a vossa excelência que nós, os nossos jurídicos, nos distraímos aí com o feriado e realmente passou por despercebido, e fico feliz, grata com a oportunidade de já ver que vossa excelência já incluiu no vosso projeto também do nosso nobre presidente aqui, e nós, fazendo uma análise jurídica, visto que não sou conhecedora da área e minuciosa, para que a gente contribua de forma eficaz, e que essa política, como bem falou alguém que me antecedeu aqui também, venha a acontecer efetivamente. Então, esse Programa Dignidade Menstrual é algo que ainda é cheio de tabu, mas com muita necessidade de ser implantado aqui no nosso município. E estudando um pouco mais, quando nós falamos de números, em torno de um milhão e meio de pessoas não tem nem se quer banheiro em casa no nosso país, em torno de quinze milhões, de acordo com o estudado nesse Projeto da Dignidade Menstrual, não se tem nem acesso à água tratada, então, nós estamos falando de uma realidade tão absurda, mas que se nós olharmos para nosso lado, talvez tenham pessoas bem perto de nós que passam por essa situação, dentre outras angústias e sofrimentos precisando desse nosso olhar atento. Então, desde já, vereador, refaço aqui meu compromisso, juntamente com o nosso jurídico da Casa, para que a gente alinhe e, no mais tardar, na próxima sessão, nós coloquemos aqui o nosso projeto para que seja votado e seja implantado no nosso município. Por falar na minha bandeira principal que é das mulheres, ficamos muito feliz essa semana que o PL da misoginia foi aprovado no Senado e agora vai tramitar na Câmara dos Deputados, grandes avanços que trazem para nós uma certa tranquilidade jurídica, mas ainda assim, não nos garante que nós vamos permanecer vivas, seja qual for a nossa classe social ou a nossa profissão, nós somos diariamente violentadas e mortas. Hoje, a Subtenente Marlene de Campo Grande-MS. Obrigada, volto depois. Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Eu ouvi atentamente a fala dos senhores vereadores, a fala do líder do prefeito, a fala do Vereador Ronnie Sandro que mencionou sobre a questão de gerar despesa, até uma questão de uma cautela, nós, enquanto vereadores já de três mandatos, também sou preocupado, mas bem explanado a fala de vossa excelência quando mencionou sobre a questão de autorização, porque nós vereadores não podemos criar despesa, porque se fosse dessa maneira, esse parlamentar não estaria incluso, e nem o Vereador Hélio Policial que é conhecedor de lei não estaria com um projeto dessa natureza, então, é um projeto que nós estudamos bastante, e é um projeto que vem de encontro com a realidade das pessoas menos favorecidas, e quando o Vereador Hélio Policial me convidou para fazer parte desse projeto que é de grande importância, que vem de encontro com aquelas pessoas que vem lá da ponta da vila, lá da periferia, não tinha como eu me furtar, Vereador Carlos Coco, e de prontidão já assinei, já abracei o projeto. E quero quando esse projeto chegar aqui, que autoriza o Poder Executivo, nosso secretário a comprar medicamento quando faltar na farmácia básica, que peço, desde já, para que os senhores vereadores nos acompanhem nesse projeto que é de encontro com a realidade do nosso povo. Eu estou trazendo hoje aqui, senhor presidente, uma cobrança, até vi aqui o vereador que me antecedeu falando sobre questões de cobrança de quatro a cinco meses, e realmente, essa já está fazendo aniversário de seis meses. Então, quero aqui voltar a cobrar porque tinha nos prometido, líder do prefeito, em atendimento, não a este parlamentar, que este parlamentar aqui, Vereador Ronnie Sandro, não tem fazenda, mas estou aqui para brigar pelos nossos produtores rurais e brigar pelas pessoas que moram lá na região, e como já bem diz que nessa região que eu cobrei e eles me garantiram que iria atender, lá tem mais de trinta anos que não vem uma patrola. Me falaram que agora, se eu não me engano, para frente, daqui uns dez a quinze dias irá atender, mas estou aqui, não me curvando, as pessoas que estão assistindo, acompanhando, vendo que o vereador está atento, cobrando a demanda do nosso povo, e eu acredito que o secretário não irá se furtar e irá atender a necessidade da nossa população, como você sempre fala, líder, cobrança não é minha, cobrança é do povo, que inclusive o povo está lá assistindo, então, peço a sensibilidade do nosso secretário, que acelere, para que atenda o pedido ali da Fazenda Morungaba, Cabeceira Suja, igual eu já falei, tem criança ali que conhece avião, helicóptero, e não conhece patrola. Então, eu creio que agora, líder, irá conhecer, e eu peço para que o nosso pedido seja atendido, é um pedido pequeno, é um espaço curto, mas o grande beneficiado são as pessoas, os produtores ali daquela região que pagam seus impostos, e bem também a Santa Ana que está de frente ali, lá nunca teve um patrolamento, os produtores mesmo que fizeram a estrada e está lá até hoje, e é um serviço, Vereador Ronnie Sandro, que faz em um dia, que são sete quilômetros de patrolamento, então, nós temos bons profissionais aí na secretária de obras e eu creio que deslocando para essa região, com um dia, e faça um serviço de ótima qualidade, porque lá é só patrolamento, não tem cascalhamento, nada mais. APARTE – Ver. Hélio Policial – Muito obrigado. Eu hei de lembrar, senhor presidente, que aqui, quando eu cheguei, em dois mil e doze, havia diversos inquéritos policiais parados porque de que o então escrivão de polícia da época se encontrava recluso por alguma irregularidade que tinha cometido na cidade, e aqui chegando fui buscar aqueles inquéritos, aquelas investigações que estavam paradas havia mais de seis meses, e comecei, juntamente com o então Investigador Nunes, a fazer diversas intimações na área rural, e me recordo que essa estrada ali que vai para Fazenda Ronda, em determinado ponto não era trafegável, Dr. Wilson, o senhor bem se recorda disso, e que depois, durante vários anos e várias gestões eu acompanhei, por conta de que faço essas diligências em área rural do nosso município, sou conhecedor e vi das condições que eram o nosso município. Era Manoel Nery que vossa excelência é o primeiro a dar esse pontapé inicial, que foi em busca de motoniveladoras, essas patrolas aí que nós estamos falando, o senhor foi um dos primeiros que foi em busca com o seu Deputado Estadual Jamilson Name, com o então Diretor da AGESUL Emerson, se eu não me engano, e foram conseguidos diversos equipamentos. Hoje a secretaria de infraestrutura dispõe de um acervo de maquinários de primeiro mundo, com escavadeiras hidráulicas, primeira na história de Camapuã, e estamos necessitando regulamentar uma situação extremamente caótica, que ela não só necessita, Vereador Carlos Coco, de apenas o equipamento e vontade da administração pública de trabalhar, mas, sim, de uma autorização legal que é buscar no subsolo do nosso município uma cascalheira, Lellis, e poder dar esse trabalho ao homem do campo, ao produtor rural, para ele fazer esse tráfego, levar os insumos, retirar a sua colheita, a sua produção, dar esse suporte para o nosso querido Vereador Gonzaga, e fazer o melhor, eu tenho certeza, vereador, que com o seu trabalho, com essa sua fala, eu vim para complementar aquilo que nós buscamos, nós sabemos que podemos e devemos cobrar, e devemos melhorar a cada dia, mas eu digo uma coisa ao senhores vereadores, a maior tragédia da vida do homem, Vereadora Dayane, não é quando ele morre, mas, sim, quando ele desiste. Muito obrigado, vereador. Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Então, eu vejo aí, até umas pessoas dentro do nosso município, próximas até de chácaras nos cobrando quando eu falo aqui que nós temos bastante maquinário, falam: “cadê os maquinários?”, porque não estão executando o serviço nas proximidades do nosso município, já falei que nós temos que ter uma força tarefa, na realidade, é igual eu sempre digo, nós tínhamos que ter um diretor urbano e um diretor rural para poder atender a nossa cidade e as proximidades, e o diretor rural para atender essas demandas que nós viemos trazendo aqui para que seja sanado. Temos aqui o próprio Orlando que sempre nos cobra, mandou vídeo para mim, às vezes até a pessoa acha que nós estamos nos furtando, não estamos cobrando para que os problema seja resolvido, mas estamos lá, é que às vezes as pessoa não veem as nossas ligações, mas estamos cobrando, ligando, assim como todos os senhores vereadores tem brigado, vi aqui o Vereador Carlos Coco cobrando o nosso presidente em exercício hoje, cobrando sobre a questão da manutenção, e lá realmente não tem como a pessoa adentrar a sua casa com veículo. Não é, vereador? Então, esperamos que os nossos pedidos saiam do papel e venham para a realidade. Eu vi aqui atentamente a fala de Vossa Excelência Vereador Ronnie Sandro sobre a questão dos paralelepípedos, é uma cobrança que nós viemos sendo lembrados pelo pessoal ali do Bairro Alto, até como eu cobrei e fui atendido, eu não, o povo, depois que executaram a última obra que iria ser aquela ali, iria se adentrar ao Bairro Alto, mas parece que não, parece que está estagnado, está estacionado. Então, eu vejo que até agora não se adentrou sobre as manutenções e o povo vem nos cobrando, até porque nós questionamos em tribuna, então, nos lugares onde foi feito, foram feitos serviços de excelência, o pessoal, a contento, vereador, e eu creio que ali, igual foi feito a Rua São Paulo, se fizer aquele em torno, nossa senhora, o povo ali irá dar salto de alegria. Então, quando nós viemos trazer aqui, Vereador Ademar Laurindo, as cobranças vindo direto do povo, aquele que sofre, e eu tenho certeza que a prefeitura tem condições de atender, é só pegar aquele servidor que é muito bom de serviço, que nós temos que falar, porque eu falo que é um coringa ali na prefeitura, mas nós temos que tirar ele para fazer esse serviço, que é o serviço de colocação de pedra. E ali no Bairro Alto, eu falo para vocês, irá ficar bonito, irá dar comodidade as pessoas que transitam por lá, assim como nós vereadores também, nós podermos chegar por lá e as pessoas ficarem contentes, porque quando eu vou nesses lugares onde foi colocado esses paralelepípedos, o povo lá não sabe como nos trata, porque para eles é coisa de outro mundo, e é nada mais que obrigação nossa e obrigação da gestão pública de atender esses pedidos. Assim, Vereador Ronnie Sandro, como a Rua Gláucio Pereira do Vale, que é uma demanda antiga, quando eu entrei como vereador, já havia os senhores e vossa excelência como vereador, já brigando lá atrás, então, quantos anos não se passaram? Eu estou no meu décimo ano esperando e crendo que, ainda nesse mandato, irá acontecer, que seja a pavimentação ou que seja os paralelepípedos, mas o que não podemos deixar é de acontecer. Então, esperamos aí que o nosso secretário se atente e venha atender as demandas do nosso município, Vereador Lellis, é um pedido que não é nosso, o pedido é do povo e quando nós trazemos aqui, nós que fazemos parte da base do executivo, mas nós não podemos, Vereadora Dayane, nos furtar, não podemos deixar de cobrar, porque aí fica acomodado, e [7]nós vereadores temos que ajudar o nosso povo, nós corremos atrás de recurso para ajudar a gestão, então, esperamos que o nosso secretário, prefeito, atenda ao pedido que não é meu, é do nosso povo. E outra coisa que eu tive uma cobrança, Vereador Lellis, Vereador Líder do Prefeito, é uma questão que eu não sei como que vai ser para frente porque ainda não aconteceu, mas disse que vai acontecer, uma questão que a gente sempre briga, até vi aqui o Vereador Luiz falando em sessões anteriores sobre a questão do transporte escolar, na realidade, eu sofri um questionamento, onde a pessoa me cobrou desde hoje sobre a questão de uma linha de transporte onde, Vereador Ronnie Sandro, é trinta quilômetros, aqui, Fazenda Marília, então, o que vai acontecer se não resolver? A criança sai hoje às cinco horas da manhã para chegar aqui seis e dez, e agora parece que mudou, tirou outra linha e parece que o transporte vai passar às três horas da manhã, colocando crianças de quatro, cinco anos dentro do transporte, e isso é inadmissível. Se isso acontecer, eu espero que seja converseiro, porque eu não conversei com secretária, não conversei com diretor, mas se isso vier a acontecer, nós não podemos deixar acontecer, são trinta quilômetros, aqui, na beira do asfalto. Então, nossas crianças não podem ser penalizadas, senhor presidente, ficar quase três horas dentro de um transporte, nossas crianças tem que ser tratadas com amor e carinho, e a gente, enquanto parlamentar, porque o povo que está lá, as mães de alunos procuram quem? Os senhores vereadores, assim como procurou esse parlamentar, vai procurar os senhores. Então, Vereador Hélio Policial, Líder do Prefeito, gostaria que vossa excelência verificasse, se isso viesse a acontecer, que nós nos juntemos, mas que isso não venha acontecer, as nossas crianças não podem ser penalizadas. Eu vejo aqui vossa excelência falando de selo de ouro, então, esperamos que o nosso secretário tenha olhos clínicos para as nossas crianças que sofrem já por acordar muito cedo, agora imagina, trinta quilômetros, acordar três horas da manhã, isso é inadmissível – não é, Vereador Ronnie Sandro? – com toda a experiência que vossa excelência tem, vossa excelência também não admite uma coisa dessa, assim como todos os senhores vereadores. Mudando da água para o vinho e voltando aqui, até estava me lembrando hoje que eu vejo a nossa cidade bem organizada sobre a questão da pavimentação, eu quero aqui só ressaltar uma lembrança ao nosso secretário sobre a questão dos meios-fios, tem muito meio-fio deteriorado dentro do nosso município, então, eu peço ao nosso secretário que olhe com bons olhos para que resolva esse problema dos meios-fios da nossa cidade, eu falo para você que a nossa cidade irá ficar muito mais bonita, mais do que já é, eu vejo em outras cidades a belezura que dá e a gente vê quando faz um asfalto, quando tem os meios-fios novos, Vereador Ronnie Sandro, a gente vê como que fica em boas condições e valorizando a nossa cidade. São essas as minhas considerações hoje, e obrigado, senhor presidente, pelos cinco minutos da liderança do partido de vossa excelência. Ver. Ademar Laurindo – Hoje, senhor presidente, vim aqui fazer um agradecimento ao nosso Secretário Jean Carlos, nós marcamos uma reunião para nós encontrarmos um pessoal, isso foi no sábado, e ficamos quatro, cinco dias, até que conseguimos chegar ali na Rua Pedro Marcolino, tem o bairro do lado esquerdo, tem um bairro do pessoal ali, tem umas oito, dez famílias. Então, nós estivemos lá, fizemos a reunião, aquela família conseguiu na justiça, em dois mil e dez, para conseguir abrir uma rua, essa rua que eles até querem colocar o nome de Francisco Dias, já tem documentação, está tudo em dia, a prefeitura em dois mil e dez foi lá e conseguiu abrir a rua, mas não fizeram mais nada, está tudo bagunçado, criou árvore, então, dessa vez eles vieram pedir: “Ademar Laurindo, dá um apoio para nós, veja o que nós podemos fazer”. E eu simplesmente peguei o nosso secretário de obras mestre e fomos lá mostrar a documentação, está tudo certinho, tudo em dia, até tenho aqui comigo também, e quero agradecer o Jean que nos prometeu de abrir a rua, não é muito difícil, é bem fácil de fazer, colocar um cascalho naquela rua e fazer a ponte, porque tinha uma ponte naquela passarela ali, no riozinho, foi tudo por água abaixo, tem que fazer a saída. Com certeza eu quero agradecer, ele foi junto com a gente, concordou, viu o trabalho, não é difícil, então, eu acho que dessa vez vai ser atendido o pessoal ali daquele bairro e vai ajudar muito eles, eles querem fazer uma casa para o resto da família, então, vai ser um bairro, além de tudo, bonito, vai ser construído casas novas, e quem ganha com isso é a nossa população. Eu quero também fazer uma cobrança e um alerta para o Rosemir e o nosso secretário de obras, claro, da Rua São Paulo, eu vi até o nosso presidente falar que ali foi feito o paralelepípedo, só que já estourou ali diversos pneus de carro, eles não passaram o rolo, não passaram nada, vocês passam lá para vocês verem aquilo. Presidente – Ver. Pedrinho Cabelereiro – Realmente, na época não tinha o rolo compactador. Ver. Ademar Laurindo – Não tinha, na época, mas agora veio, não custa dar uma passadinha, passa, vai lá ver, eu já estive ali presenciando, fui ver, teve uns três, quatro pneus estourados, motivo de pedra alta que corta os pneus. Presidente – Ver. Pedrinho Cabelereiro – Porque nos locais que foram colocados o rolo compactador, foi feito um serviço de excelência, inclusive aqui, próximo ao Espaço Verde, vossa excelência pode ver lá como está plano, assim como eu cobrei também, não sei se eles fizeram, ali no prolongamento na Rua dos Jesuítas, lá tinha ficado bom, mas não tinha passado esse rolo compactador, tinha passado outro que é mais fraco, mas já que vossa excelência mencionou aqui, que o nosso secretário venha a atender. Não é, Vereador Ronnie Sandro? Ver. Ademar Laurindo – Obrigado pela palavra, Pedrinho, senhor presidente, mas vocês podem passar lá e ver se tem condições aquele paralelepípedo, não tem condições. Então, já foi provado, já foram uns três, quatro pneus que estourou, até a minha secretária que trabalha comigo, estourou um pneu do carro dela, ela mora embaixo, e na Rua São Paulo, ali está péssimo mesmo, acho que é bom olhar com bons olhos e atender esse pedido, passar o rolo, em meio dia faz todo o serviço, ali não é tão grande a rua, então, eu acho que nós temos que atender. E, Pedrinho, meu presidente, fiquei muito feliz com as suas palavras sobre os alunos que fazem ali pertinho, trinta quilômetros, eu estou em um grupo que puxa alunos, me colocaram no grupo, e eu acho meio esquisito que de vez em quando a nossa secretária diz assim: “amanhã não vai ter ônibus. Motivo: doença”. Aí não tem motorista, mas todos os alunos vão perder aula por conta disso? Coloca um motorista para fazer esse tipo de coisa. Mas eu penso assim, que está errado. “Amanhã não tem ônibus. Motivo: doença”. Com certeza não tem motorista, aí todos os alunos perdem aula, não sei se estou errado ou certo, mas eu estou falando, eu acho que está errado, tem que ter um substituto, alguém para mandar no lugar desse outro. Presidente – Ver. Pedrinho Cabelereiro – Se for uma linha intersializada, o responsável tem que colocar um motorista no lugar. Não é, Vereador Hélio Policial? Ver. Ademar Laurindo – Eu penso que sim, mas tudo bem. Obrigado e até mais. Ver. Lellis Ferreira da Silva – Senhor Presidente, senhores vereadores, ouvindo atentamente a palavra de vossa excelência aqui na tribuna com respeito à ENERGISA, a falta de manutenção para os nossos produtores rurais, e eu, atentamente pensando ali, me lembrei de outra situação que eu vou fazer apenas uma comparação, senhor presidente, de uma situação delicada, onde o nosso município e municípios vizinhos também tiveram no ano de dois mil e vinte e um, dois mil e vinte e dois, Excelentíssimo Vereador Hélio Policial, onde nós, vereadores daquela época, participamos de uma audiência pública, a primeira foi lá no município de Chapadão do Sul-MS, pedindo, Vereador Ronnie Sandro, a manutenção da BR-060 e da BR-163, de Chapadão do Sul-MS, Paraíso das Águas-MS e Camapuã-MS, nós fizemos a audiência lá em Chapadão do Sul-MS no ano de dois mil e vinte e dois. Logo em seguida teve uma audiência em Campo Grande-MS do mesmo assunto, na época presente até pesquisei ali, Deputado Federal Beto Pereira, Deputado Paulo Correa e Deputada Estadual Mara Caseiro, naquela época, em Campo Grande-MS, essa audiência pública para manutenção, a gente cobrava senadores, deputado federal e principalmente o DNIT, Vereador Hélio Policial, vossa excelência e o Vereador Pedrinho foram até Brasília-DF cobrar essa manutenção, eu falo que naquele momento a gente cobrava, só que por ser o DNIT a pessoa que iria executar a obra, a gente pensava que não ia acontecer manutenção, mas a audiência pública teve efeito, as nossas cobranças aos nossos deputados federais e senadores tiveram efeito, e eu acredito que no ano de dois mil e vinte e três, dois mil e vinte e quatro, teve a manutenção. Teve um trecho bem perigoso, Vereador Ademar Laurindo, perto de Chapadão e Paraíso, teve uma situação delicada, trecho delicado, e foi feito a manutenção. Eu falo isso porque eu não pude participar da audiência que teve na semana passada em Campo Grande-MS, mas eu vejo que a audiência pública é o principal articulador de nós, representantes da população, para que no futuro possa vir a ter melhoria na rede dos nossos produtores rurais da energia. Sabemos que o problema não é só em Camapuã-MS, é no nosso Estado e com certeza no nosso país também, esse não atendimento a nossa população, aos nossos produtores rurais da energia elétrica, e vamos continuar assim, se for preciso fazer mais audiência, vamos cobrar de deputado estadual principalmente, cobrar também ao nosso governador do Estado, Eduardo Riedel, ele é um governador municipalista e sempre está atendendo aos nossos municípios, bem como ele também não vai deixar de fazer essa cobrança ao diretor presidente da ENERGISA, para que no futuro possa ter uma melhoria na rede elétrica dos produtores rurais, atendendo, assim, as necessidades que tem os resfriadores, outras coisas que necessitam da energia para o bom andamento da pecuária, da atividade rural, e vamos continuar assim, sabemos que o nosso governador não vai deixar desamparado o nosso município, não vai deixar desamparado os nossos produtores rurais. É isso, eu falo isso que veio, Vereadora Dayane, eu sentado ali, essas duas situações, essa situação lá atrás, onde tivemos esse problema com a manutenção da BR-060 da BR-163 e agora, diante dessa situação da ENERGISA com respeito à falta de manutenção das atividades das propriedades rurais. São essas as minhas palavras e muito obrigado. Presidente – Ver. Pedrinho Cabelereiro – Vereador Lellis falando sobre essa questão, me lembra, líder do prefeito e Vereador Ademar Laurindo, quando a gente foi lá no DNIT e o pessoal riu, falou que nós fomos passear, e o problema foi sanado, vocês viram que até hoje não teve problema dentro da principal, dentro do centro da nossa cidade. E eu falo para os senhores vereadores, basta correr atrás, como bem disse vossa excelência aqui neste microfone no aparte que falou sobre a questão de se movimentar. ORDEM DO DIA – 1ª Secretária – Verª Dayane Fernandes – [8]ORDEM DO DIA PARA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 06 DE ABRIL DE 2026. 1º – Dez Indicações de autoria do Ver. Nilcilei Dog, endereçadas à diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 2º – Três Indicações de autoria da Ver.ª Dayane Fernandes, endereçadas à diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 3º – Duas Indicações de autoria do Ver. Carlos Coco, endereçadas à diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 4º – Duas Indicações de autoria do Ver. Pedrinho Cabeleireiro, endereçadas à diversas autoridades, fazendo pedidos de providências; 5º – Duas Indicações de autoria do Ver. Ronnie Sandro, endereçadas à diversas autoridades, fazendo pedidos de providências. Plenário das Deliberações, Ver. Deusdete Ferreira Paes, 06 de abril de 2026. Em seguida, o presidente colocou em discussão a Ordem do Dia e, não havendo, a mesma foi à votação e obteve aprovação unânime dos senhores vereadores. EXPLICAÇÕES PESSOAIS – Ver. Luiz Gonzaga – Retorno aqui, presidente. Escutei atentamente aqui a vossa fala sobre as crianças, eu tinha recebido a mesma reclamação, e pior, que o motorista estava deixando as crianças às seis horas da manhã na frente da escola, sem ninguém, pior do que sair às três horas da manhã, também, ainda está largando as crianças aí. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Não cortando a fala de vossa excelência, a menina me falou que já saiu às cinco horas da manhã e deixava aqui seis, seis e dez. Ver. Luiz Gonzaga – Agora quer sair três. Não, mas vou colocar aqui para vossa excelência, já que você está tão sensibilizado com isso, que você também, como presidente da câmara, se sensibilize com isso. Transcrição do Áudio – “Sr. Luiz, eu queria ver como que a gente faz, onde que a gente faz uma reclamação. Rapaz do céu, as crianças estão com mais de quinze dias sem ir para a escola porque o motorista não quer passar na ponte, aí tem como [inaudível], mas ele não quer ir porque não recebe”.Famosa Ponte do Peralta, Vereador Carlos Coco. Vocês não vão se sensibilizar, todo mundo? Então, eu quero deixar aqui a todos que a gente se sensibilize com essas crianças que estão há quinze dias sem ir para a aula, é simples, é só isso. Outra coisa, também, queria complementar a fala do Vereador Nilcilei Dog, nós fomos fazer a entrega dos ovos de Páscoa, liguei para a diretora, a diretora falou que não podia mais entregar na escola, eu ia comprar uma quantidade de ovos, acabei comprando só um tanto e entreguei, conforme a gente ia encontrando criança, a gente entregou, para mim foi sensacional, mas eu queria perguntar qual é a diferença de uma criança lá da Lagoa, lá do Bairro Alto, para as crianças do CRAS que a mulher do prefeito, a nossa secretária de assistência social, entregou ovo de Páscoa para as crianças? Por que lá pode e na escola não pode? Quase todos os nossos municípios vizinhos entregaram ovos de Páscoa para as crianças. Tem tanta criança aí que o pai não tem condição de comprar nem um bombom, agora não pode, eu não pude entregar lá na escola, está tudo certo, acha que está certo, a nutricionista indicou. Agora, por que a nossa secretária de assistência social não entregou, as crianças são diferentes? É só os que ela gosta? É só aquela turminha ali? O restante das crianças não tem necessidade de comer ovo de Páscoa? Eu só não pude comprar para todos porque o meu dinheiro é curto, eu não peguei o dinheiro da prefeitura para comprar ovo de Páscoa, peguei dinheiro meu, trabalho meu, suado, eu comprei ovo de Páscoa com o meu dinheiro, não foi com dinheiro de prefeitura. Agora, se comprou para as crianças do CRAS, por que já não comprou para todo mundo? Aquelas crianças são melhores que as outras? É que o meu dinheiro não dava para comprar para todos, mil, mil e quinhentos ovos, nós compramos só trezentos e não deu nem para o começo. Agora, para as crianças do CRAS têm, para o restante não tem. Então, fica aqui os meus parabéns para a secretária de assistência social, você realmente escolheu algumas crianças para dar, nós não, nós saímos na rua e entregamos o que a gente pôde, com dinheiro nosso. Um abraço. Ver. Carlos Coco – Senhor Presidente, retornando aqui a esta tribuna. Falar um pouquinho sobre o vereador que me antecedeu, sobre professor na escolinha, que está uma professora com quase trinta alunos, eu quero deixar dito aqui por conta de que eu fui buscar o porquê está acontecendo isso, aí a resposta que eu tive é que foi denunciado no Ministério Público e agora não pode contratar. Então, eu quero deixar registrado aqui por conta dessas palavras, que a gente vem buscando, a gente tenta buscar e acaba no fim não conseguindo, e agora está intercedido por conta de denúncia no Ministério Público. Então, eu acho que tem que pensar um pouco na hora de fazer as denúncias, talvez antes, para depois não vir aqui e falar que lá na escola está só com uma professora, então, eu acho que tem tudo isso, a gente tem que medir a hora que estão as coisas para dentro das palavras, por conta disso eu até fiquei um pouco revoltado quando eu cheguei lá. E falar também, uma monitora da criança que está lá, que é autista, tem uma monitora o dia todo para ela, não é assim falando que outras pessoas talvez falam para outras pessoas, e aí já vem ao contrário. Então, lá no nosso Distrito de Pontinha do Cocho está acontecendo isso aí, então, eu quero deixar registrado aqui por conta dessas palavras que eu ouvi, que foi outra pessoa que me antecedeu, até mesmo o vereador. Muito obrigado e até semana que vem, se Deus quiser. Verª Dayane Fernandes – Senhor Presidente, vou concluir a minha fala de que tristemente o nono feminicídio aconteceu no nosso Estado, uma das maiores incidências no nosso país, e também celebrar, ao mesmo tempo, com tanta tristeza, a licença-paternidade que foi então regulamentada agora, pouquíssimos dias, mas já vale a intenção, em dois mil e vinte e seis ainda são cinco dias e até dois mil e vinte e nove serão vinte dias. Nós que somos mães e sabemos da importância do vínculo com a criança nesses primeiros dias iniciais, aqui também a maioria pais, precisamos avançar e muito ainda, Vereador Nilcilei Dog, mas já temos uma sinalização do reconhecimento, da importância do pai nesses primeiros dias de vida. E depois, ainda em tempo, quero convidá-los e convidar a toda a população de Camapuã, nós estamos organizando para sexta-feira, dia dez, a nossa segunda edição da FEMEC, a Feira das Mulheres Empreendedoras de Camapuã, que deu tudo certo na primeira que fizemos ali na nossa sessão, e agora estamos nos organizando e nos preparando para que mais mulheres também tenham a oportunidade nos bairros, para que assim a gente possa atender o maior número de mulheres possível e a nossa população, de forma geral. São essas as minhas palavras, quero deixar um abraço a cada camapuanense e reforçar o nosso compromisso de continuar sendo voz para todas as pessoas, principalmente para aquelas que não tem oportunidade de fala de ser ouvida. Presidente – Ver. Pedrinho Cabeleireiro – Eu quero, desde já, agradecer ao nosso presidente aqui do sindicato, Leandro Borges, por ceder o espaço para que nós possamos fazer todas as sessões daqui para frente neste local, então, tem o meu respeito e o meu carinho por estar colaborando com o nosso município, Vereador Dayane Fernandes, ele não mediu nenhum esforço para ceder esse espaço, porque a gente sabe que estamos em reforma ali na Câmara de Vereadores, não tinha condições, fazia dias que eu não ia naquele local, hoje eu fui lá, juntamente com o Vereador Carlos Coco e a Vereadora Dayane, que estava lá na câmara, eu falei: “vamos lá olhar como está a obra”, e já tem muita coisa mudada, mas está aqui o Vereador Dog que conhece de obras, e para vossa excelência ver, vereador, naquele espaço antigo lá, não dá para entender o que era, o que foi lá atrás, porque é uma terra solta, é esquisito, até gostaria que vossa excelência desse uma ida lá, desse uma olhada e desse ideias, até, para a gente, porque é esquisito, então, até está aqui a nossa companheira Cleide também, se puder passar por lá e dar uma observada porque quando o cara me falou: “acho que nós vamos ter que trocar esse negócio aqui, estamos esperando o responsável”, eu até me espantei porque a gente, quando vai fazer uma obra – eu não sou conhecedor desta causa, o que a gente quer é que as coisas venham a acontecer para que o beneficiado seja o nosso servidor, a nossa população e, por fim, os senhores vereadores, porque estamos aqui de passagem – então, é uma cobrança dos senhores vereadores sobre a questão dessa reforma porque não tinha condições ali, eu vejo sobre a questão de molhar dentro do espaço que estava feio, ali nós víamos até barata, quando eu vejo vossas excelências falando sobre a questão do espaço, cupim, um trem ou outro, eu já fico lembrando da câmara também, só que graças a Deus as coisas estão acontecendo, o beneficiado será a nossa população, os servidores e, por fim, os parlamentares, porque é igual eu sempre falo, nós estamos de passagem, a próxima gestão nós não sabemos quem irá estar dentro do legislativo, mas eu creio que continuará as pessoas que o povo estender que trabalhou bem pelo nosso município. Então, eu quero aqui, de coração, agradecer o Leandro Borges por ceder este espaço, para você ver, vai ser até o final do ano ou talvez irá esticar um pouco mais, não sabemos, mas a gente viu da boa vontade dele na conversa que tive com ele enquanto Mesa Diretora, juntamente com a Vereadora Dayane, e ele não negou em nenhum momento – não é, Vereadora Dayane? – então, tem aqui os meus aplausos porque nós estávamos pedindo aqui, pedindo ali, ou às vezes íamos fazer naquele espaço onde estamos muito apertados, até hoje tive uma reunião com os nossos servidores, onde a gente pediu a sensibilidade para que eles nos ajudem porque estamos ali aglomerados, está ali a Cleide que comunga com a minha ideia, com a minha fala, mas a gente está ali – igual eu falei, não estavam os senhores vereadores lá, só estava eu e a vereadora –, onde a gente pediu para todos os servidores, desde os estagiários, até os efetivos e comissionados, ajudarem nós para que as coisas venham a acontecer naquele espaço, mas é como eu sempre digo, desde o meu gabinete, eu deixo o meu gabinete de exemplo, porque a cobrança tem que sair de onde? Desde o nosso gabinete, para dar exemplo a todos os gabinetes. Quero aqui agradecer a presença dos senhores vereadores, do público que se faz presente, deixar registrado que todas as sessões vão ser aqui nas segundas-feiras, você vê aqui o plenário, até falei com o Vereador Ronnie Sandro que ele deve ter utilizado isso aqui lá no passado, e para você ver, hoje está sendo utilizado por nós vereadores aqui. Até quando subi ali me lembrei que participei lá daquele no plenário antigo, já sou antiguinho, eu, gurizão, mas participei ali enquanto criança, mas como veterano está o Vereador Ronnie Sandro que já estava lá e eu, moleque ainda, acompanhando os trabalhos do legislativo, mas nunca imaginei na minha vida – não sei os sonhos de vossas excelências -, de estar parlamentar. Para falar a verdade, eu não gostava de política, e hoje, para vocês verem, estou no terceiro mandato, e se Deus nos der saúde e o povo quiser que a gente continue contribuindo, eu acredito que a gente vai continuar. Como me lembro, Vereador Luiz Gonzaga, vou até fazer uma brincadeirinha aqui com os senhores vereadores, e até brinquei com a nossa população na reunião no comício, eu vi os vereadores falando em renovação, está aqui o vereador, e eu falei bem assim, naquele momento, para o Ex-vereador Prof. Jean: “vereador, eu estou vendo o pessoal falar em renovação e eu quero aqui renovar o meu mandato, para isso eu peço o voto da nossa população”. Então, o pessoal ali levou em um ar de brincadeira e tal, mas eu quero saber o discurso desses vereadores que falavam em renovação quando chegar daqui dois anos e meio, na hora de renovar o mandato de novo, porque o pessoal fala, os que são pré-candidatos falam em renovação, “nós temos que renovar a câmara”, e eu falei: “eu quero renovar o meu mandato. Agora eu quero ver os vereadores que adentraram, qual vai ser o discurso de renovação, e eu continuo na mesma tese, que se eu for candidato e Deus me der saúde e vida, que nós vamos estar lá brincando e falando da mesma forma, que se o povo entender que a gente deve continuar, que eu quero renovar o mandato. Por fim, o presidente procedeu os agradecimentos finais e declarou encerrada a sessão às 21h14min. Eu,Raíssa Santana da Silva[9], Jullyene Pereira de Souza[10] e Moisés Mancebo Manhães Junior[11] lavramos a presente ATA[12] que, depois de lida e aprovada, será assinada pelos Membros da Mesa Diretora e pelos Nobres Edis.
ATA DA 8ª SESSÃO ORDINÁRIA, do 2º Período Legislativo, da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Camapuã, Estado de Mato Grosso do Sul, realizada com início, às 19 horas, do dia 06 de abril de 2.026, no SINSEC[13], sito à Rua Das Paineiras, 232, Parque dos Ipês, Camapuã-MS. Presente os Nobres Edis: Ver. Pedro Dias Pereira (Pedrinho Cabeleireiro), Presidente; Vereador Carlos Coco, Vice-Presidente; Verª Dayane Fernandes Amorim (Dayane Fernandes), 1ª Secretária; Ver. Nilcilei Cavalheiro Pereira (Nilcilei Dog), 2º Secretário; Ver. Ademar Laurindo; Ver. Hélio Policial; Ver. Lellis Ferreira da Silva; Ver. Luiz Gonzaga Alves de Lima Filho (Luiz Gonzaga); Ver. Ronnie Sandro Rezende Gonçalves (Ronnie Sandro).
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VER. PEDRINHO CABELEIREIRO VER. CARLOS COCO
Presidente Vice-Presidente
PSDB PSDB
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VERª DAYANE FERNANDES VER. NILCILEI DOG
1ª Secretária 2º Secretário
PP PSD
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VER. ADEMAR LAURINDO VER. HÉLIO POLICIAL
PP PP
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VER. LELLIS FERREIRA DA SILVA VER. LUIZ GONZAGA
PODEMOS MDB
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VER. RONNIE SANDRO
PODEMOS
[1] Local provisório de realização das sessões em razão da reforma dos prédios da Câmara Municipal de Camapuã-MS.
[2] Início da digitação, por: Jullyene Pereira de Souza (IEL).
[3] Início da digitação, por: Ana Lia Cavalheiro Silva Braga.
[4] Início da digitação, por: Rodrigo A. de Almeida Souza.
[5] Início da digitação, por: Fernanda Maier Vieira (IEL).
[6] Início da digitação, por: Sabrina Fernandes de Oliveira Assis (IEL).
[7] Início da digitação, por: Nathyele Fraga de Camargo (IEL).
[8] Início da digitação, por: Raíssa Santana da Silva (IEL).
[9] Digitação e primeira revisão.
[10] Digitação e primeira revisão.
[11] Revisão geral.
[12] Tempo Total – 01:59:07
[13] Local provisório de realização das sessões em razão da reforma dos prédios da Câmara Municipal de Camapuã-MS.